Autoridades egípcias encontram mais 14 caixões de 2.500 anos de idade

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O Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito anunciou domingo (20) a descoberta de 14 sarcófagos na necrópole de Saqqara, ao sul do Cairo, que haviam ficado enterrados por cerca de 2.500 anos.

Autoridades egípcias encontram mais 14 caixões de 2.500 anos de idade
Foto: (reprodução/Ministério do Turismo e Antiguidade do Egito)

Os caixões foram encontrados há dois dias durante uma escavação arqueológica no local de sepultamento onde outros 13 sarcófagos de madeira haviam sido descobertos na semana passada, disse o ministério em um comunicado.

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A vasta necrópole de Saqqara está localizada a cerca de 16 quilômetros ao sul das famosas pirâmides de Gizé. Ela faz parte da antiga cidade de Memphis, patrimônio mundial da UNESCO, e abriga a colossal Pirâmide de Djoser.

O ministério disse que mais escavações haviam sido planejadas, com a expectativa de que outro tesouro de caixões de madeira fosse encontrado no local.

Em um vídeo distribuído este mês anunciando as descobertas, o Ministro do Turismo e Antiguidade, Khaled al-Anani, disse que as recentes descobertas em Saqqara foram “apenas o começo”.

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O Egito procurou promover descobertas arqueológicas em todo o país, numa tentativa de acelerar o turismo, que foi atingido pelas restrições de viagem devido à nova pandemia de coronavírus.

Leia mais: Autoridades egípcias encontraram caixões de 2.500 anos de idade completamente fechados

Em julho, as autoridades reabriram ao público as pirâmides de Gizé e outros sítios arqueológicos após um período de três meses de fechamento e dispensaram o pagamento de vistos turísticos para atrair os turistas.

O Egito também está planejando revelar seu projeto central do Grande Museu Egípcio nos próximos meses.

O setor do turismo, agredido por anos de tumultos políticos e ataques terroristas, havia se recuperado para atrair visitantes recorde, cerca de 13,6 milhões no ano passado, quando ocorreu a crise da COVID-19.

Traduzido e adaptado por equipe Revolução.etc.br

Fontes: Science Alert, Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito

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