Book Review: Refatorando HTML – Como melhorar o projeto de aplicações web existentes

Capa do livro Refatorando HTML - Como melhorar o projeto de aplicações web existentes Já ouviu falar de refatoração? Refatoração é a melhoria gradual de trechos de código sem alterar o comportamento da aplicação web, site, sistema, etc. O objetivo é remover problemas de código antigo e/ou ilegível (difícil de dar manutenção) para código mais moderno, claro e mais fácil de manter e de realizar manutenções evolutivas. Continue reading “Book Review: Refatorando HTML – Como melhorar o projeto de aplicações web existentes”

Falando em web standards: curso presencial em Uberlândia, topa?

Alguns meses atrás os leitores deste blog viram minha procura por programadores de interface em Uberlândia / MG, e a busca sempre é difícil. E sempre estamos precisando de mais profissionais. Continue reading “Falando em web standards: curso presencial em Uberlândia, topa?”

Tags de linguagens de marcação

Você saberia rapidamente encontrar as diferenças entre WML e XHTML-MP? Ou então saber quais tags são específicas do XHTML 2 ou do HTML 5? Eu criei a tabela “Tags de linguagens de marcação” com elementos presentes em algumas linguagens de marcação baseado no modelo de Jens Meirt e totalmente em português (tentei pelo menos, ainda falta algumas coisinhas), com o objetivo de servir de guia para iniciantes e de consulta para os desenvolvedores já experientes. Continue reading “Tags de linguagens de marcação”

Arquitetura dos padrões web

Depois de ter respirado arquitetura de informação um final de semana inteiro ao lado dos melhores arquitetos de informação do Brasil no EBAI , voltei a refletir um conceito antigo que eu já havia escrito a respeito, que é sobre semântica de (X)HTML e sua relação direta com o usuário. Continue reading “Arquitetura dos padrões web”

Princípio de pareto: A teoria 80/20 aplicada ao desenvolvimento de web

Sou fã do Yahoo. Isso é uma coisa que não se ouve muito por ai, geralmente o bam bam bam é sempre o Google. Mas o Yahoo tem umas sacadas para desenvolvedores que o Google não tem, como Hack Day e o Yahoo User Interface Blog. No YUI você encontra muita coisa interessante pouco divulgada por ai. Vi um dias desses um artigo chamado Performance Research, Part 1: What the 80/20 Rule Tells Us about Reducing HTTP Requests relacionando a teoria de pareto com ganhos de performance nos sites. A idéia em si não é nova e nem sua aplicação, ainda assim achei muito pertinente.

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Quer aprender a trabalhar com web mas não sabe nem por onde começar? Comece pelo meu curso.

Visie Em conversas com o Diego Eis meses atrás ele me falou da quantidade de pessoas que procuram os cursos da Visie de Tableless 1 e 2 mas não sabem nem o básico necessário para ter algum aproveitamento destes cursos. Sao pessoas que querem ser profissionais da web mas não fazem a mínima idéia por onde devem começar. Foi pensando nisso que o Diego me convidou para escrever o curso de “HTML Básico” para a Visie. Topa entrar nessa?

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A reação da reinvenção do HTML: Vamos fazer um pouco de pressão?

Fazer pressão foi o termo mais apropriado que encontrei para um texto recente escrito pelo Roger Johansson, Molly E. Holzschlag, Lachlan Hunt e revisado pelo Ian Hickson e também publicado no Web Standards Project (você que não lê em inglês pode ter acesso a uma tradução aqui) em reação ao texto do Tim Berners-Lee e que eu escrevi algo sobre isto aqui. Em resumo o texto convida todo mundo a dar voz sugerindo novas features ao desenvolvimento do HTML 5 já iniciado pelo WHATWG. Esta é a mais forte apologia já feita pelo Web Standards Project a uma padronização que não tenha surgido de dentro da W3C.

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Reinventando o HTML: o futuro da linguagem de hypertexto

Esta semana Tim Berners-Lee deu uma resposta a certos aspectos das recentes discussões sobre os rumos da W3C com o texto Reinventing HTML. Não só colocou panos quentes na discussão como falou sobre os planos futuros da W3C quanto ao HTML. No texto ele mostrou-se como um pacificador e visionário por um lado e um pouco conservador de outro. Enquanto Eric Meyer chamou os avanços de iniciativas como Microformats e WHATWG de “progresso”, Tim nem cita ou considera microformats como parte da “reinvenção do HTML” e apenas referiu-se ao WHATWG como “não tendo um processo ou responsabilidade final específica que mensure a si mesmo” (Trecho original: did not have a process or specific accountability measures itself). Um pouco conservador não?

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Qual o papel dos web standards na arquitetura da informação?

Em meados da década de 90 o “web designer” era um sujeito indefinido com muitos predicados. Era programador, era redator, elaborava a navegação, configurava um servidor, escrevia o HTML, tratava as imagens e executava tudo isso sozinho. A web era relativamente nova e os profissionais que se destacavam eram aqueles que entendiam de todo o processo até o fim. As coisas não estavam tão definidas quanto hoje e o futuro era um pouco incerto. Hoje não temos mais este cenário.

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Esqueça o atributo style. Estilos inline em doctype strict são resquícios do câncer de um passado sem padrões.

Nesta altura do campeonato você deverá ser um expert para concordar facilmente comigo sem se sentir ofendido. Não se ofenda, não é pessoal, mas utilizar estilos inline é tão racional quanto utilizar a tag <font>. Este é um hábito tão duvidoso quanto substituir <table> por <div>. Este texto é uma reflexão conceitual do significado do atributo style e não um tratado de condenação.

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