Nuvemshop, a startup latino-americana concorrente da Amazon

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Depois de várias tentativas fracassadas e nove anos passados construindo a Nuvemshop – a resposta da América Latina ao Shopify – os quatro co-fundadores da empresa conseguiram levantar US$ 30 milhões em financiamento de capital de risco enquanto buscam expandir seus negócios.

Nuvemshop, a startup latino-americana concorrente da Amazon
Foto: (reprodução/internet)

Tem sido um longo caminho desde que Santiago Sosa, Alejandro Vazquez, Martin Palombo e Alejandro Alfonso começaram a trabalhar juntos em Buenos Aires. 

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O quarteto começou sua jornada empreendedora tentando desenvolver um produto de software de mercado para a América Latina, mas quando isso não decolou, eles voltaram sua atenção para um problema mais básico – como conseguir que pequenas e médias empresas vendessem online.

A Nuvemshop

Agora a empresa conta com 65.000 empresas que utilizam sua plataforma, fornecendo tudo, desde processamento de faturamento e pagamento até soluções logísticas e de remessa que movimentam mais de 100 milhões de dólares por mês em vendas. 

Operando como Nuvemshop no Brasil e Tiendanube no resto da América Latina, a empresa tem escritórios em São Paulo, Buenos Aires e Cidade do México com planos de expansão para a Colômbia e Peru em 2021.

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A Nuvemshop começou como um negócio mais de consultoria e evoluiu para o conjunto de ferramentas de software que conseguiram atrair a atenção de investidores como a Qualcomm Ventures.

“A plataforma Nuvemshop acelera a transformação digital de uma empresa e tem permitido que milhares de PMEs em toda a América Latina se tornem digitais, entrando no one-stop shop de soluções integradas”, disse Alexandre Villela, diretor sênior da Qualcomm Technologies Inc. e diretor administrativo da Qualcomm Ventures Latin America. 

“Compartilhamos seu forte foco em engenharia e estamos ansiosos para ajudá-los a ampliar seus negócios com nosso investimento”, ele complementou.

Como funciona a Nuvemshop

A Nuvemshop levantou seu primeiro dinheiro em 2015 da Kaszek Ventures (um investimento de US$ 5 milhões) e à medida que o negócio ganhava força, levantou mais US$ 7 milhões de dólares de investidores locais.

Ela ganha dinheiro cobrando uma taxa de assinatura que começa em US$3 por mês e uma taxa de transação que diminui conforme os clientes compram pacotes de assinatura mais caros.

Agora que a empresa tem uma pegada estabelecida na região, ela vai se concentrar em três novas áreas de crescimento, de acordo com o chefe executivo, Santiago Sosa.

A empresa planeja lançar um portal próprio de processamento de pagamentos e logística. 

Esse mercado dará aos clientes, acesso a soluções de remessa mais resistentes graças ao poder de agregar menor demanda em um único sistema de entrega e de pedidos.

Os extras da plataforma

A Nuvemshop também coloca à disposição de seus clientes uma loja de aplicativos para conectá-los a novas ferramentas de desenvolvimento.

Finalmente, a empresa pretende oferecer uma gama mais ampla de serviços financeiros. Ela já oferece processamento de pagamentos, mas procurará desenvolver serviços adicionais em torno de empréstimos com base na receita.

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Assim como Shopify, Nuvemshop fornece um lastro necessário para os grandes sites de comércio eletrônico como Mercado Livre e Amazon.

 “Tudo o que eles fazem eles tentam otimizar para o comprador”, disse Sosa. Isso coloca uma pressão incrível sobre os preços no varejo e a Nuvemshop oferece uma alternativa de venda direta, com taxas mais baixas, de acordo com Sosa.

Traduzido e adaptado por equipe Revolução.etc.br

Fonte: Tech Crunch

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