Facebook reforça compromissos climáticos para reduzir gases de efeito estufa

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A empresa também está trabalhando para levar informações climáticas mais confiáveis a seus usuários.

Facebook reforça compromissos climáticos para reduzir gases de efeito estufa
Foto: (reprodução/internet)

O Facebook se comprometeu hoje (15) a reduzir os gases de efeito estufa e a comprar energia renovável e compensações suficientes para cancelar as emissões de dióxido de carbono de suas operações globais este ano. O Facebook, no entanto, ainda está bombeando gases de efeito estufa.

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O gigante da mídia social também está com uma meta ambiciosa para 2030

A nova promessa da empresa de atingir a “rede zero” de emissões de carbono a coloca no caminho certo para compensar seu consumo global de energia e a poluição do planeta, investindo em projetos e iniciativas de energia renovável que capturam e armazenam dióxido de carbono

O gigante da mídia social também está estabelecendo uma meta mais ambiciosa de atingir emissões líquidas zero para sua cadeia de fornecimento, viagens de funcionários e viagens de negócios até 2030.

Isso coloca o Facebook no meio do pacote quando se trata de compromissos climáticos da Big Tech. A Netflix também investe em energia renovável para compensar seu uso de eletricidade, mas não fixou metas difíceis de zero emissões no futuro. A Apple planeja reduzir suas emissões a zero até 2030, e a Amazon até 2040. 

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Em comparação, o Google vem cancelando suas emissões de carbono com compensações desde 2007 e anunciou ontem (14) que planeja se tornar a primeira grande empresa a energizar suas operações com energia livre de carbono até 2030 em vez de depender da compra de créditos de carbono e compensações.

Grandes empresas, grandes problemas

A produção de CO2 do Facebook tem diminuído a cada ano desde 2017 – e a empresa não deve bombear tanta poluição de gases de efeito estufa quanto as empresas que fabricam aparelhos ou hardware. 

Os centros de dados e escritórios do Facebook geraram cerca de 251.000 toneladas métricas de gases de efeito estufa no ano passado, comparado a 616.000 em 2017, de acordo com seu relatório de sustentabilidade. Também tem uma emissão de carbono menor que a do Google, que liberou 4,4 milhões de toneladas métricas de gases de efeito estufa em 2018 a partir de suas operações.

A empresa também lançou um “Centro de Informação da Ciência Climática” que está disponível para usuários nos EUA, Alemanha, Reino Unido e França a partir de hoje (15). 

Ela planeja levar o centro de informação para mais países no futuro. O centro de informação é muito parecido com o lançado no Facebook em março e incluirá informações de fontes respeitáveis como o painel de cientistas climáticos das Nações Unidas e a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA).

Traduzido e adaptado por equipe Revolução.etc.br

Fontes: The Verge, Facebook Sustainability 

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