Crise na produção: Apple enfrenta escassez de chips de energia para iPhones

ANÚNCIO

As restrições comerciais e a COVID-19 parecem ser as culpadas.

Crise na produção: Apple enfrenta escassez de chips de energia para iPhones
Foto: (reprodução/internet)

A Apple está lidando com uma escassez de chips que gerenciam o consumo de energia em seus iPhones e outros dispositivos, informou a Bloomberg na quarta-feira (04), citando pessoas não identificadas com conhecimento sobre o assunto.

ANÚNCIO

A escassez pode afetar a capacidade da Apple de atender à demanda de seu novo aparelho, especialmente com pedidos no mundo todo.

Os chips de gerenciamento de energia são um dos componentes mais caros após os principais processadores de aplicação que atuam como ‘cérebro’ de um dispositivo, modems e chips de memória.

Restrições nos EUA afetam o mundo todo

A causa da escassez são restrições comerciais e interrupções na cadeia de fornecimento causadas pela COVID-19, informaram as fontes à agência de notícias.

ANÚNCIO

As tentativas dos EUA de limitar as vendas para a Huawei resultaram no armazenamento de componentes por parte da empresa chinesa, deixando menos peças para outros compradores.

Huawei foi incluído na ‘lista negra’ dos EUA em maio de 2019 quando foi acrescentado à “lista de entidades” dos EUA.

Ao mesmo tempo, o Presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva proibindo a atividade da empresa, à luz das preocupações de segurança nacional que a Huawei tinha laços estreitos com o governo chinês. A Huawei tem negado repetidamente essa acusação.

COVID-19 na economia

A escassez vem à medida que a indústria eletrônica global continua a lutar com os efeitos de lockdowns que impediram a contratação de pessoal completo nas fábricas. As interrupções devem continuar durante os próximos seis meses, dizem as fontes.

Leia mais: Para decepção dos usuários, o AirPods Studio da Apple não será lançado em 2020

A Apple não respondeu imediatamente a um pedido de comentários.

Traduzido e adaptado por equipe Revolução.etc.br

Fontes: CNet, Bloomberg

ANÚNCIO