Diário de Bordo #5


Microformats

Eu fiz alterações no texto de introdução aos Microformats aqui no site. Leia o texto novamente e verá que é completamente outro, com mais informações de introdução, âncoras, e chamadas para outros textos que eu escrevi aqui posteriormente. A medida que novos artigos forem escritos sobre o assunto eles serão referenciados naquele e vice versa. Se ainda não leu, leia e deixe seus comentários. Os comentários, dúvidas e feedback tem sido muito úteis para que eu possa avaliar meus textos e planejar os próximos. Agradeço muito a crítica de todos. Continue reading “Diário de Bordo #5”

Hyperlinks: o atributo target e algumas querelas morais.

Este é o segundo texto tratando sobre os atributos de hyperlinks. Como eu disse no primeiro artigo, vou tratar de todos os atributos não só de forma técnica mas também conceitual. Para este segundo artigo eu quis dedicá-lo exclusivamente ao target blank para me expressar de forma mais clara e expansiva sobre algo que já gerou muita discussão devemos ou não forçar o usuário a abrir links externos em outra janela do browser ou ele deve ter a liberdade de escolher? Eu não vou defender nenhum dos lados aqui, mas pretendo esclarecer detalhes que julgo não terem sido considerados anteriormente.

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Hyperlinks

Introdução

As vezes pensamos que determinado assunto já foi esgotado até a última gota. Um desses assuntos até que poderia ser sobre hyperlinks. Não é possível viver sem eles na web. Muitas pessoas ainda não sabem usá-los com eficiência, as vezes por estarem fadados a fazer toda a codificação em programas wysiwyg ou então por falta de conhecimento. Uma das formas mais geniais de navegação na internet anda deficiente e muito.

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Microformats: o mundo de significado do atributo class

O atributo de (X)HTML “class” tem uma característica interessante que tem feito com que certos padrões sejam criados e contextualizados na aplicação no XHTML e tudo isso em torno deste atributo. Várias especificações Microformats utilizam nomes de classes padronizados, se tornando um tipo de design pattern e criando semântica onde antes não existia e era puro silêncio. Me deixe explicar melhor esta idéia.

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Web 2.0 não significa nada. Me desculpe!

As vezes pronunciar-se contra um conflito em que todos estão com as armas nas mãos preparados para o ataque, pode tranformar o conflito em guerra. Mas me desculpem, Web 2.0 não significa nada! Não significa nada mesmo. Continue reading “Web 2.0 não significa nada. Me desculpe!”

Diário de Bordo #4

Mais informações, informações e informações. Se você tem alguma sugestão para as próximas edições do Diário de Bordo, me envie um e-mail. E se você tem alguma coisa para acrescentar e que esteja relacionado com algum dos tópicos que eu escrevi abaixo, deixe sua contribuição nos comentários!

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Diário de Bordo #3

Recentemente o Revolução Etc tem recebido centenas de visitas de diversos lugares. Agradeço a todas as pessoas que contribuem com meu trabalhando citando meus textos, postando links e deixando seus comentários. Citar os nomes de alguns aqui seria minimizar a contribuição de todos. Então muito obrigado!

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Microformats: XOXO

As especificações em Microformats ainda é algo novo para todos. Isso não deve isentar toda a comunidade que criamos no Brasil de procurar se posicionar á frente tecnicamente, mesmo que os resultados financeiros sejam nulos. E serão, pode acreditar nisso. A realidade é que enquanto o Technorati está contratando pessoas que saibam XHTML + CSS + Microformats por alguns milhares de dólares, nenhuma empresa aqui daria trezentos reais a mais por isto. Continue reading “Microformats: XOXO”

Hacks hack hacks!

Meses atrás saiu um convite no blog da Microsoft para que todos os desenvolvedores alterassem os hacks utilizados para o Internet Explorer e os trocasse por uma solução mais limpa e considerada future-proof. A razão disso é o Internet Explorer 7 e os testes realizados em diversos sites que ficaram “quebrados” por causa do uso dos hacks que ironicamente só existem por causa da própria Microsoft por não adotar os web standards como deveriam. No final quem paga o preço são os desenvolvedores.

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Para que servem estruturas aninhadas?

Geralmente quando se migra da forma antiga de se estruturar sites, utilizando tabelas para sustentar o conteúdo, para os web standards, a antiga maneira de pensar acaba sendo um péssimo hábito difícil de deixar. Acho que o “conceito” da metodologia antiga que as pessoas tem mais dificuldade de abandonar é o de aninha tabelas. Ou seja, colocavam-se tabelas dentro de outras criando grupos separados de blocos distintos de conteúdo. Isso era feito para conseguir o efeito desejado no design; quanto mais blocos de tds e tabelas existir, mais conteúdo aninhado em camadas se conseguia inserir. Assim era possível colocar elementos gráficos sobre outros.

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