Como eu entrei no mundo do desenvolvimento para web!

Muitas pessoas já perguntaram como eu entrei no mundo dos padrões web, desenvolvimento, experiência do usuário, design de interfaces, etc etc etc. Me perguntam se eu fiz cursos, faculdade ou como eu aprendi as coisas com as quais eu trabalho no meu dia a dia. Faz tempo que eu queria escrever um texto sobre isso mas me perguntava se poderia ser útil para o blog. Ainda tenho minhas dúvidas. Mas dessa vez vou considerar que será uma reflexão pessoal e profissional dos caminhos que eu percorri até agora, nos meus quase 31 anos de idade. Cada um tem sua história e abaixo é a minha.

Eu cheguei na web devido ao meu interesse por arte e filosofia. Fim do post, pode ir embora. Brincadeira. Mas é sério, eu cheguei aqui porque desde moleque eu era apaixonado por arte em geral, quadrinhos, filosofia, história, fotografia e por ai vai. Eu estudei desenho aos 12 anos com um italiano (ou descendente, sei lá) chamado Luiz Cesar Raniero Spini, cara este que eu adoraria reencontrar pra bater um papo, ele me marcou muito. Nem faço idéia de onde ele está e nem se está vivo. Descobri pelo Google apenas que ele escreveu um livro de poesias e só! Com ele eu aprendi sobre luz e sombra, como apontar um lápis de forma decente (eu tive 1 dia inteiro de aula só sobre como apontar lápis de desenho), tipos de papéis (sério, eu estudei muito papel), desenho com carvão, natureza morta, tinta nanquim, desenho de observação, proporção, textura, etc. Com aquelas aulas eu conectava vários pontos relacionados com desenho, e o todo começava a fazer mais sentido.

Dos 13 aos 16 eu me afundei (no bom sentido) nos livros por influência da minha mãe que me levava pra passear na biblioteca desde os 6 anos de idade, como se lá fosse o maior parque de diversões da Terra. E eu realmente gostava de bibliotecas. Mas minha educação escolar, apesar de nunca ter repetido de ano, era meio “abandonada”. Abandonada por falta de guias. Eu não era influenciado pelos professores e não os via como “guias”. O primeiro e único professor que realmente marcou minha educação foi o Fernando Pessoa (não o escritor), que foi meu professor de literatura no primeiro colegial. Esse sim me dava desafios e me fazia ver as coisas com outros olhos. Esse cara é outro que eu adoraria reencontrar pra bater um papo. De resto, eu aprendia linkando as coisas sozinho, em uma era sem internet. Achei Anne Frank estudando o Nazismo, que me levou pra história disso e daquilo, que me levava pra outro lugar, e pra outro livro e assim por diante. Fui me conectando e pulando de link em link.

Eu li muita merda e muita coisa que me marcou porque eu não tinha um “guia” e a internet não existia. Então eu fazia as perguntas e ia pra biblioteca tentar respondê-las. Você consegue se lembrar de quando o Google não existia? Como você respondia as dúvidas que você tinha? Quando eu tinha uma pergunta naquela época eu anotava ela em um papel e esperava dois ou três dias pra ir na biblioteca tentar respondê-la. O melhor exercício que eu fazia era escrever em um caderno os resumos e considerações de tudo o que eu lia. Eu achava que escrevendo eu aprendia melhor.

Dos 16 aos 18 eu estudei Carl Yung e Sigmund Freud e adorava colocar os dois para brigar um com o outro na minha cabeça, tentando escolher quem eu mais gostava. Li o Diário de Anne Frank e me apaixonei pelas reflexões de uma criança escondida em uma casa por causa da perseguição nazista. Lia os diários de navegação de Amir Klink e sabia tudo sobre Jack Cousteau (que era meu herói). Era fã de Cosmos, de Carl Sagan, lia sobre fotografia, Gestalt, Guilherme de Occam, Sherlock Holmes, Santo Agostinho, Nostradamus (eu não disse que eu lia alguma merda em meio a coisas de muita qualidade?), Richard Bach, histórias da idade média, Batman, Star Wars, estudei um pouco de percussão (nunca foi pra frente) e me apaixonei por computadores.

Com 18 anos eu comecei a trabalhar com mídia impressa. Eu trabalhava com vetorização de arte para material publicitário. Preparava fotolitos, impressão laser, impressão para silk, cartaz, impressão em material publicitário como canetas, canecas, chaveiros, etc. Entrei na faculdade de artes plásticas e um ano e meio depois entrei em filosofia na UFU em Uberlândia. Fiquei 4 anos e pouco na universidade e não me formei em nenhum dos dois cursos. Sabe o que eu fazia esse tempo todo lá dentro? Estudava só aquilo que me dava prazer e faltava as outras aulas. Nunca consegui estudar cerâmica, que era uma das aulas de início do curso. Alguns problemas pessoais contribuíram pra minha saída, mas o fato é que mesmo depois desses 4 anos eu nunca deixei de estudar as coisas que tenho interesse.

No começo da faculdade eu tinha que trabalhar como “chapa” naquelas lojinhas de 1,99. Pegava minha grana inteira e compra em livros de fotografia, filosofia e arte, além de papeis, lápis importados e tinta nanquim. Me apaixonei por astronomia e comprei um telescópio. Aprendi inglês ouvindo música, lendo os quadrinhos importados que demoravam a chegar por aqui (com dicionário na mão) e eventualmente servindo de intérprete para gringos que vinham ao Brasil naqueles encontros de igrejas protestantes. Ah, detalhe, isso foi na mesma época em que eu estudei 3 anos de teologia sistemática e fiz parte de uma comunidade religiosa (longa história). Cheguei a começar a estudar um pouquinho de grego koiné. Superei essa fase, apesar do grande aprendizado, e hoje sou ateu (ou quase isso, não importa).

Depois me apaixonei pela mitologia grega e pelos gregos. Li Paideia, a formação do homem grego, e fiquei viciado em história antiga. Estudei muita história do mundo, do ocidente ao oriente, história da arte, da física (apesar de até hoje ser muito fraco em matemática). Aprendi a gostar de Jazz e cada vez mais de rock ‘n roll. Adorava desenhar ou escrever ouvindo música. Na faculdade eu frequentava as aulas de estética (um dos braços da filosofia), astronomia, teoria do conhecimento (também conhecido como epistemologia), métodos de pesquisa científica, produção de textos, cinema, fotografia, teoria da arte, teoria da educação em arte, literatura, desenho 1 e 2, antropologia e outras cositas mas. Publiquei e dei aula de história em quadrinhos por 2 anos. Fiz freelas como redator em uma agência em Uberlândia. Fui professor de história voluntário por 2 anos para adultos que pararam de estudar e queriam concluir o colegial. E essas coisas iam me fazendo, de uma maneira ou de outra, ir estudando somente as coisas que eu gostava.

Em 2004 eu já fazia freelas como web designer e logo entrei na Webroom pra trabalhar ao lado de um cara chamado Edson Simão Júnior, que explodiu minha cabeça me mostrando um negócio chamado Tableless. Com o “Edinho” (apesar do diminutivo é um cara de quase 2 metros de altura) eu aprendi a ser “pro” no desenvolvimento para web, e que não bastava só saber fazer uma página “funcionar” usando um editor de HTML, você precisava entender o que está acontecendo por trás daquilo. E, modéstia a parte, eu já era especialista em “entender” o contexto das coisas por causa de todas as outras coisas que eu já tinha estudado na vida. O melhor de trabalhar com ele naquela época é que ele era gente fina pra caralho e tudo o que ele fazia era melhor do que o que eu fazia. E isso pra mim era o máximo. Ele não tinha medo de me ensinar e eu não tinha medo de aprender. Ele era experiente e eu estava aprendendo a ser “pro” com ele. Ele ficou um tempo fora de web e acabou voltando um tempo depois. Hoje nós ainda trabalhamos juntos e esse é um dos caras que eu ainda tenho o privilégio de sempre que eu quero, bater aquele papo. Há pouco tempo eu convenci ele a entrar no mundo dos blogs e se eu fosse você, assinava o feed dele, vai aprender muita coisa.

Desde então eu estudei e li uma porrada de coisas relacionadas com design centrado no usuário, tipografia, design de interface, teoria do design, acessibilidade, grids, cores, antropologia, funcionamento da relação cliente servidor (client side / server side), como funciona a infra da internet, marketing digital (tá certo, é tudo comunicação integrada), direito digital, links patrocinados, métricas, usabilidade, desenvolvimento para dispositivos móveis, fotografia, tesauros, semântica web, linguagens de marcação, CSS e uma porrada de coisas que sempre ficam de fora das listas.

Sabe porque eu contei essa história (chata para a maioria das pessoas)? Porque eu não consigo separar o que eu sei sobre desenvolvimento para web de todas as outras coisas que eu já estudei. Cada um dos meus vícios influenciam diretamente no meu interesse por tecnologia. Eu tenho muita dificuldade de focar somente em uma coisa só. Simplesmente porque eu acredito que aprender uma coisa só é se perder do todo.

Eu adoro dar o exemplo do que eu acredito ser a melhor formação de um “designer de interface”. Se você constroe interfaces para serem “consumidas” na web, você precisa estudar cor, entender como aquilo vira código (HTML + CSS), saber de boas práticas de acessibilidade, como aquilo é mensurado (métricas), ter um belo conhecimento de grids (Design), como as pessoas se relacionam com ambientes de informação (arquitetura da informação), como aquele conteúdo é discutido na web (mídias e redes sociais), técnicas de redação e geração de conteúdo, como aquilo pode ficar mais leve (técnicas de otimização), como ele é indexado (SEO), por onde o usuário chega no site (landing pages) etc. Não ache que manjar de Photoshop fará de você um web designer foda. E isso vale para todas as áreas relacionadas com desenvolvimento pra web: se ficar só com os conhecimentos do seu campo de estudo, você sempre vai se perder do todo.

Eu ainda tenho um monte de coisas pra aprender. Essas que eu descrevi aqui é apenas um resumo rápido dos meus primeiros 30 anos de idade. Estou em formação e meus vícios vão continuar me ajudando com isso. Agora eu estou começando os próximos 30. Nos vemos por aí.

  • http://edsonjunior.com/ ed1nh0

    Sem palavras… Eu tava me preparando pra dizer que se vc nunca teve um guia, quem lê esse texto acaba encontrando um. Na verdade não "um", mas "o". Quanta honra! É um privilégio conviver com pessoas à fim de trocar experiências, não só profissionais, mas de vida. Conte comigo sempre, meu caro. Grande abraço!

  • http://otaleonardo.com Leonardo Ota

    Essa é uma história bem inspiradora(na minha opinião). Parabéns pelo post, achei bem legal você contar como chegou até aqui. É bom para abrir os olhos dos preguiçosos.

  • http://www.alemazzariolli.com Alessandra Mazzariol

    Oi Henrique,

    Essa é a faculdade da vida! Ensina um monte de coisas foda, que a gente não aprende na facu. Gostei do arigo, mostra um pouco do seu mundo, das suas loucuras, desvaneios, desejos, paixões, anseios e sonhos.

    Espero que você continue assim, e possamos conquistar um monte de coisas juntos também!

    Abs da amiga!

  • http://www.raphael-martins.com/ Raphael Martins

    Massa a história dos seus 30 anos de vida… neses meus 26, tb entrei nessa área meio que forçado, pois sou programador (back end) e nunca conseguia encontrar alguém que colocasse os sites pra ficar nos padrões, eis que resolvi aprender sozinho com meus erros e acertos…

    vc falou ali de acessbilidade /cores e talz… confesso que estou meio ruim das vistas, mas essa fonte branca ai do post está embaçando… me peguei algumas vezes 'expremendo' os olhos pra poder ler… #fikDik

    abraço

  • http://www.angeruzzi.com.br Alessandro

    E esse é o primeiro resumo da sua biografia né?

  • kadubsb

    Henrique.

    Muito bom esse seu post..

    Li uma vez e vou ler mais vezes…valeu

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  • Cabelo (Luciano Silv

    Uma vez um antigo patrão me falou, um excelente profissional não é bom só em uma coisa e medíocre nas outras.

    Seu exemplo mostra que suas características o tornaria bom profissional até em outras áreas.

    Eu também busco conhecer um pouco de tudo que pode relacionar ao meu trabalho, veja você que nunca havia trabalhado nas disciplinas de desenvolvimento e WEB, minha experiência profissional é como analista de suporte. Somente a pouco tempo resolvi mudar de área e agora atuo como analista de requisitos.

  • http://www.samuelgrolli.com Samuel Grolli

    Henrique, existe esse contato do seu antigo professor nessa página: http://www.acharefacil.com.br/oficinadeartes e parece que ele ainda dá aulas :D

    Bonita história.

  • http://www.meadiciona.com/rhamses Rhamsés Soare

    Grande Henrique!

    Cara, é muito bom e inspirador conhecer a sua trajetória profissional. Melhor ainda é saber que a história sempre se repete.

    O seu blog foi o meu primeiro contato com o mundo do tableless assim que me tornei um profissional, há 3 anos atrás. Eu fuçava tanto que cheguei até abrir o site por um palm, só para ver, na época, como estava a versão mobile dele.

    E dentro da sua históra, eu concordo em praticamente tudo, por que de uma certa forma estou seguindo o mesmo caminho. Acredito que saber um pouco de todo processo que um site/blog/sistema atravessa é essencial para que possamos nos tornar mais profissionais e, por consequência, elevarmos o nível de qualidade do mercado.

    Excelente artigo. Desejo todo o sucesso do mundo e gostaria de agradecer a você por criar e manter este espaço que ensina e inspira vários profissionais da área.

    Grande abraço!

  • Helder

    Cara, tu fez mestrado e doutorado na melhor faculdade, a faculdade da VIDA.

    Muito boa essa introdução da sua biografia. Vou ficar esperando o restante.

    Abraços.

  • Rhikka

    Quanta coincidência… assim como tu, estudei também filosofia e artes (2 anos em cada) e não me formei em nada! ;P

    Também era do tipo curiosa/rata de enciclopédias.

    Leio o teu blog a tempos e inumeras referências que utilizo nos sites que desenvolvo atualmente vieram daqui.

    Parabéns pelo ótimo trabalho

  • Sérgio Michel

    Parabéns pelo post. É sempre útil saber como as pessoas chegaram aonde estão, em quais assuntos dedicaram o seu tempo e quais os resultados.

    As vezes eu acho que é muita coisa para descobrir, para dedicar o tempo que se você tentar aprender de tudo um pouco acaba não sendo expert em nada.

    O grande problema é que existem vários assuntos que chama a atenção e que são prazerosos de se envolver.

  • Julio Bitencourt

    Ótima história Henrique. Me identifiquei muito! Temos quase a mesma idade e antes da internet eu fazia muitas coisas parecidas com você. Seu texto me fez retomar um projeto antigo, de antes da vida profissional. O desenho.

    Desenhei muito até os 18 anos, depois simplesmente abandonei. Hoje "arranho" no Photoshop mas sempre penso que deveria estudar já que tenho o dom (ao menos é o que as pessoas dizem)

    Grande abraço e parabéns pelo trabalho!

  • http://webprincipiante.com/ Rafael Avelino

    Olá Henrique!

    Que historia inspiradora!hehe

    Eu já tive contato com ceramica quando trabalhei(registrado como artesão junior!rs) e tinha um colega de trabalho que fazia faculdade de artes cerâmicas,acredito que praticamente tudo é unido de alguma forma,tudo pelo que você estudou não deixa de ser arte.

    Pretendo me aprimorar muito em design,não tenho o dom de desenhar mais posso fazer que nem muitos jogadores de hoje ser muito técnico!rs

    Veja como é as coisas lembro de a mais de 2 anos atrás procurar o que é paypal e sempre parava no seu blog quando era o conteudo centralizado,ainda bem que reencontrei,vou correndo assinar o feed…

    Abraços!

  • Rondinelli

    Brother, obrigado por compartilhar conosco sua história, a frase que mais gostei e fiz questão de registrar no meu caderno de anotações foi: "aprender uma coisa só é se perder do todo". Eu também concordo contigo, devemos estar sempre aprendendo e correlacionando todo o Universo daquilo que nos interessa, tentar ligar os pontos. Acho que estava querendo fazer algo que não faria bem para o meu aprendizado: focar apenas em algo, como um objetivo isolado, e penetrar naquilo com todo vigor. Não é bem assim.. é preciso ampliar as fronteiras do conhecimento, pois tudo está interligado de alguma forma. Desejo sucesso e obrigado por compartilhar conosco seu aprendizado.

    Abraços

  • Charles Oliveira

    "No começo da faculdade eu tinha que trabalhar como “chapa” naquelas lojinhas de 1,99. Pegava minha grana inteira e compra em livros de fotografia, filosofia e arte, além de papeis, lápis importados e tinta nanquim."

    Se desse, eu te apresentava pro meu pai. Rrsrs pra mostrar pra ele onde você chegou gastando (lê-se investindo) em livros.

    Toda vez que compro um livro ele me olha como se eu estivesse pegando o dinheiro e colocando fogo ou jogando de aviãozinho.

    :)

    Acho que este mês ele vai me olhar de novo, por dois novos.

    =)

    Li todo o post, pra mim não foi um post inútil.

    Sempre cito seu blog com amigos.

    Agradeço ao dia que o http://www.giusaito.com.br me apresentou para o Revolução.

    Continue com os posts, está melhor do que revista paga rsrs

  • Rodrigo Milano

    Cara, que história rica. Não tem nada de chato. Além de muito interessante, é inspirador pra muita gente que ainda está começando e anda meio perdida.

    Parabéns por compartilhar com todos.

  • http://www.karinwatanabe.com.br Karin

    Muito legal! É assim, conhecimento se constrói aos poucos, colecionando um grão de cada vez. Fico triste com quem pensa que tudo pode cair do céu em questão de segundos. O Google trouxe muitas facilidades com ele, mas também a "ilusão" da urgência do consumo (seja ele qual for). Um boa história de vida! Boa segunda!

  • Sinésio Neto

    Henrique, olha aqui mais um leitor do blog Revolução etc.

    Rapaz, sinceramente, tente imaginar sua história sendo contada, e se tornando referência de incentivo. E mais ainda, se tornando uma especie de "conselho oriental" pra quem busca um horizonte nesse mundão da web.

    Muito obrigado! o/

  • http://www.hugomastromauro.com Hugo

    Perfeito, me identifico muito com sua história, aprender de tudo um pouco e ter a mente aberta, é sem dúvidas a melhor coisa da vida.

    Obrigado pelo texto, foi de grande importância para mim!

  • http://www.culturaurbanalondrina.blogspot.com CULTURAURBANA

    Henrique parabéns pelo site, gosto de entrar aqui, pra dar uma olhada nesse mercado….Boas dicas pelo artigos.

    Abraço

    Alex

  • http://www.soucurioso.net Felipe Kutz

    Belo artigo, realmente vendo uma história você recebe uma grande aprendizagem!

  • drica

    Nossa.. achei esse blog meio que por acaso..estava pesquisando no google claro.. uma boa definição pra "charset".. De cara adorei.. pq o autor se expressa super bem… Mas o mais legal mesmo nem foi o que eu achei o sobre charset que de longe foi a melhor definição que encontrei.. Mas sim esse texto aqui.. Muito bacana mesmo!!!! Embora nao seja da área de web.. sou mesmo de infra-estrutura.. mas precisamente de sistema operacionais (linux claro) .. virei fã desse cara.. e o blog já está entre os meus favoritos.. :)

  • drica

    Nossa.. achei esse blog meio que por acaso..estava pesquisando no google claro.. uma boa definição pra "charset".. De cara adorei.. pq o autor se expressa super bem… Mas o mais legal mesmo nem foi o que eu achei o sobre charset que de longe foi a melhor definição que encontrei.. Mas sim esse texto aqui.. Muito bacana mesmo!!!! Embora nao seja da área de web.. sou mesmo de infra-estrutura.. mas precisamente de sistema operacionais (linux claro) .. virei fã desse cara.. e o blog já está entre os meus favoritos.. :)

  • Rogério AP

    Incrível história! Serve muito como inspiração! Esse site já tá nos meus favoritos =D