Microformats

Por: Henrique Costa PereiraThursday 8 December 2005 às 21:8

Introducao

O assunto é Microformats. E cada dia que passa me admiro mais com as possibilidades semânticas dessas especificações que são um tipo de design pattern.

Microformats é uma palavra que praticamente ainda não chegou aqui. Com exceção de uma citação ou outra nada se discutiu ainda no Brasil. Neste artigo eu vou tentar falar sobre isso que também é relativamente novo para mim. Após escrever e estudar melhor sobre o assunto e publicar alguns textos, resolvi voltar aqui e fazer algumas alterações neste artigo que serve como introdução sobre o assunto. O texto ficou mais modular e melhor subdividido, podendo ter partes específicas citadas em outros lugares para fazer referência a conceitos específicos. Se você não compreender alguma coisa e quiser dar alguma sugestão ou comentar alguma coisa, utilize o formulário abaixo e deixe seus comentários.

Bom, antes que você questione sobre a relevância deste assunto, principalmente depois que eu disse que essa palavra nem chegou aqui, Microformats é uma especificação criada por Tantek Çelik, chefe de tecnologia do Technorati, membro do Web Standards Project e especialista da W3C Cascading Style Sheet. O mesmo cara que criou o infame Box Model Hack. Outro cara é o Eric Meyer que dispensa maiores apresentações. São eles que estão falando sobre isso lá fora. Algumas pessoas me escreveram perguntando sobre as últimas coisas que estavam vendo nos meus feeds e que fazem parte da integração dos feeds do Revolução Etc com o meu del.icio.us. Este texto é a explicação de muitas coisas que foram parar lá. Se você quiser ver mais textos sobre isso, assine meu feed principal que praticamente todos os dias eu tenho inserido novos artigos que vão complementar e muito meus textos escritos aqui.

Antes ainda de falar mais sobre o que é Microformats quero citar uma repercussão específica que me chamou a atenção e deixar aqui como uma fonte de referência para pesquisa. O assunto esteve presente este ano no Web Essencial 05, um congresso de desenvolvedores web que aconteceu em Sydney na Austrália. O próprio Tantek estava lá para falar sobre o assunto. Você pode conferir quase tudo o que eles falaram lá na programação do site lendo e ouvindo os podcastings. Agora vamos ao que interessa.

  1. Indice:
    1. Introdução
    2. O que é Microformats
    3. Porque Microformats?
    4. Qual o ambiente propício para Microformats ou como eu poso aplicar isso?
    5. Semântica é significado
    6. Modularidade
    7. Padronizando com classe
    8. Microformats na prática
    9. Referências

O que é Microformats?

Microformats é uma série de especificações que tem como foco principal relacionar a informação ou os dados com os humanos em primeiro lugar e em segundo com as máquinas. É uma nova maneira de se pensar sobre dados. Esta série de especificações constitui um “dicionário” de conteúdo semântico para (X)HTML que tem como base os web standards e é escrito para descrever a informação de forma mais simples possível. O que significa descrever a informação?

A função destas especificações é enriquecer a informação inserida em páginas web com meta informação. “Meta” é uma palavra de origem grega que significa “além de” (beyond) e é usada geralmente como prefixo em palavras que indicam conceitos que explicam ou falam de outros conceitos. Esta é a função das meta tags, fornecer informações que estão além daquilo que é visto em um primeiro momento, ou seja, o próprio conteúdo. Mas microformats se refere a descrever trechos de conteúdos específicos de um site, como datas de eventos, informações de contato, descrição de links etc, coisas que estão além do escopo das meta tags. Ou seja, tratando "Pequenos formatos" (micro + format) de dados (informação) válidos no código do seu XHTML é possível enriquecer a maneira com que nós lidamos com a informação e a maneira com que as máquinas armazenam, indexam e organizam toda essa meta-informação. A função dessas especificações é fornecer o máximo de meta-informação sobre o conteúdo que você insere, ou seja, descrevendo os seus próprios dados.

Porque Microformats?

Pense na quantidade de informação que existe hoje circulando na web. Pense nos seus e-mails, nos comentários em blogs, nos artigos, nas fotos, versões de arquivos, textos, documentos, arquivos de áudio e vídeo, feeds etc. É preciso padrões para organizar toda essa informação com precisão. Os search engines ou spiders possuem um algoritmo onde sua principal função é verificar o que é mais relevante, criando relações entre as informações obtidas sobre cada documento da web e que por sua vez geram ratings, hankings etc, baseando-se nestas inter-relações. Parte desse critério de avaliação é relacionar a meta informação com a própria informação. Quando você digita uma palavra no Google, ele vai retornar uma lista do que é mais relevante relacionado com a palavra que você digitou. Básico não é? As tags do HTML/XHTML são relativamente muito limitadas para descrever a informação que nós inserimos na web. Microformats tenta suprir esta lacuna estendendo para um outro nível as possibilidades de descrever esta informação.

Qual o ambiente propício para Microformats ou como eu posso aplicar isto?

Para aplicar Microformats é preciso aprender antes de mais nada a utilizar um código semanticamente correto. A primeira descrição de dados começa usando as tags certas com o objetivo pelo qual elas foram criadas. Eu já escrevi aqui alguns artigos sobre como definir isso, qual a melhor maneira de exibir dados tabulares, listas, headings etc. Com um código bem formatado, com tags sendo usadas corretamente, está lançado o ambiente perfeito para você aplicar microformats em trechos específico de códigos para resolver questões específicas. Uma característica de Microformats possui, é o conceito de modularidade. Microformats não é uma linguagem nova, são formatos de descrição de dados que podem ser aplicados em trechos específicos do seu código, sem precisar refazer nada. Se você tem um site e o seu código é semanticamente correto, basta você implementar e tratar estes trechos específicos sem precisar de alterações estruturais. O manifesto Microformat é o seguinte:

  • Criado para resolver problemas específicos.
  • Ser o mais simples possível
  • Criado primeiro para humanos e máquinas em segundo lugar
  • Reutilizar blocos de código quanto necessário utilizados dentro dos padrões web.
  • Alicação em blocos e trechos específicos (modularidade)

Semântica é significado

Como eu escrevi aqui anteriormente que semântica é o estudo do significado das palavras e sua relação uma com as outras. Não estou me referindo aqui a semântica de SGML da qual o XHTML é um dos derivados. É um assunto muito distante do escopo deste texto.  Estou falando de semântica de XHTML e nada mais. Neste sentido estrito, um código semântico nada mais é do que utilizar as tags no sentido real pelo qual elas foram criadas. Se você vai escrever uma lista, você pode usar <ol> <ul> ou <dl>, se vai escrever um endereço você deve usar <adderess>, se precisa de um título, você tem os headings <h1>, <h2>, <h3> e assim por diante. Utilizar as tags no sentido correto é igual a “código semântico” que por sua vez justifica o termo “web standards”. Seguir os web standards é respeitar a semântica!

O validador de HTML verifica a ortografia do seu código, ou seja, verificam se não há erros de escrita nele. E nada mais! É só isso que ele faz. Leia o que eu escrevi em Validação e Semântica. Ele não avalia se o conteúdo que você inseriu, e que só tem significado para seres humanos, foi inserido dentro das tags correspondentes aquele tipo de conteúdo. Ou seja, o validador nem ao menos vai te falar se seu código está dentro dos padrões e nem ao menos significa que seu trabalho seja uma boa página! O validador não vai te informar se este trecho deve estar dentro de um <h1> ou dentro de uma <li>. Isso é impossível de ser feito!

Não existe e nunca vai existir um “validador semântico”. Você vai precisar estudar e ler muito para avaliar você mesmo se o seu XHTML segue os padrões ou não. A semântica é a alma dos web standards. Seguir os padrões é descrever seus dados usando as tags de forma correta. Você precisa dizer para os user agents o que é um título, o que é uma lista ordenada, o que é um endereço e assim por diante.

Modularidade

Praticamente em tudo que você for ler sobre Microformats, uma coisa que deve estar bem clara na sua mente é o conceito de modularidade. Pense que uma página escrita em (X)HTML é feita de diversas partes e de diversos trechos distintos de código. Temos links, parágrafos, listagens, tabelas (sim, por que não?), abreviações, endereços, títulos e subtítulos e por aí vai. Compare isso com várias peças de Lego encaixadas uma nas outras. Imagine que você pode arrancar ou colocar outras peças sem descaracterizar o restante ou ter que fazer tudo do zero. Isso é modularidade. Se um trecho está errado, jogue o trecho fora e coloque outro no lugar. Simples assim! Microformats te fornece várias peças diferentes, para problemas específicos, que podem ser colocadas onde for necessário sem que você precise refazer alguma coisa do início.

A W3C dedicou toda uma documentação chamada de Modularization of XHTML (Modularização do XHTML ), que serve de base para poder compreender que modularidade está no sangue do XHTML. Nesta documentação você vai encontrar vários tópicos terminados com a palavra “module”, que traduzido do inglês significa “módulo” ou “unidade”. Ou seja, são dezenas de unidades (módulos, peças) individuais que podem fazer parte de um documento XHTML, seja ele complexo ou simples. As especificações Microformats se aproveitam desse conceito e oferece soluções padronizadas e semânticas prontas para serem encaixadas onde for necessário. Se você tem um site e se o código dele é semanticamente correto, basta você implementar e tratar estes trechos específicos sem precisar de alterações estruturais.

Padronizando com classe

Nomes de classes podem ser usados para servirem de referências para estilização por CSS e para propósitos gerais processados por user agents. Quem definiu isso foi a W3C. User agent é qualquer aplicação que navega pela sua página. Os browsers e os mecanismos de busca são tipos de user agents, porque de alguma forma eles lêem o código fonte e fazem o trabalho pelo qual foram criados; ou seja, os browsers renderizam o código para você navegar tornando-o aparentável, e os mecanismos de busca criam relações, rankings, armazenam, indexam baseado nas informações e meta-informações contidas em um site. A W3C especificou que os nomes de classes podem ser usados para qualquer própósito que os user agents queiram, inclusive atribuir valores “semânticos” a eles, por que não?.

Semântica, é significado, lembra-se? Atribuir um valor semântico a alguma coisa é dar-lhe significado em um contexto. Um <h1> tem o significado de ser um “título” (o título principal) e a lógica segue assim por diante com qualquer outra tag existente. Cada tag tem seu significado próprio previamente atribuido pela W3C e isso ninguém discute. Mas por padrão os nomes de classes não tem significado nenhum, lembre-se disso. Então como dar significado semântico para nome de classes? Veja no texto que eu escrevi sobre o mundo de significado do atributo class.

Microformats na prática.

Se você entendeu todos estes conceitos até aqui, é mais fácil entender como usar. Como uma série de especificações, esta também possui padrões a serem seguidos. O Microformats já possui algumas especificações estabelecidas e alguns drafts que ainda não foram completamente estabelecidos. A série de especificações são:

Não vou detalhar cada uma delas agora, farei isso em artigos futuros. Estas especificações oferecem aos autores padrões suficientes para descreverem suas informações de forma mais consistente possível. Estas especificações são aplicadas combinando tags e nome de classes para descrever a informação. Veja o exemplo da aplicação do hCalendar abaixo:


<span class="vevent">
<a class="url" href="http://www.web2con.com/">
  <span class="summary">Web 2.0 Conference</span>:

  <abbr class="dtstart" title="2005-10-05">October 5</abbr>-
  <abbr class="dtend" title="2005-10-08">7</abbr>,
at the <span class="location">Argent Hotel, San Francisco, CA</span>

</a>
</span>

Este exemplo é apresentado da seguinte maneira:



Web 2.0 Conference:
October 5-7, at the Argent Hotel, San Francisco, CA

Se for a primeira vez que você está vendo isso, talvez sua reação seja a mesma que eu tive quanto vi isto sendo aplicado desta maneira: espanto. Através de nome de classes padronizados, é possível ampliar a descrição daquilo que está sendo inserido combinando tags semanticamente corretas com classes. A aplicação de microformats gira basicamente em torno disso: criar relações descritivas entre conteúdo e meta informação inserida de forma que comibine tags semanticamente corretas, classes e atributos de HTML.

Veja um exemplo mais simples para descrever uma licensa utilizando a especificação rel-license apenas aplicando o atributo “rel” no link:

<a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/"
rel="license">cc by 2.0</a>

O atributo “rel” deve ser usado para indicar a relação que o site que insere o link tem com o site referenciado. Para isso foi criada uma série de profiles distintos que representam diferentes tipos de relação que o seu site pode ter com os sites que você linka.

Espero que este texto sirva de introdução ao microformats. A medida que eu for aplicando de forma mais consistente no meu site eu vou escrever mais artigos detalhados sobre as especificações e suas aplicações. Se quiser ir muito além deste texto, basta ler cada link e referência que eu postei aqui.

Referências

  1. Textos publicados aqui relacionados com Microformats:
    1. Microformats
    2. Microformats: XOXO
    3. Microformats: O mundo de significado do atributo class
    4. hCard
    5. Microformats: os atributos rel e rev
  2. Referências normativas
    1. Microformats.org
    2. Microformats Wiki
    3. Modularization of XHTML

Este texto não pode ser copiado ou reproduzido em nenhum outro site na íntegra sem autorização do autor!. Mais detalhes sobre licença de uso aqui!

Tags: Blog CSS Folksonomia Microformats SEO Semântica Web Tag Technorati User Agent Validação W3C Web Standards Web2 XFN XHTML XOXO class del.icio.us hCalendar hCard hReview rel rel-nofollow relLicense relTag rev vote-links web

73 Comentários para “Microformats”

# 1° Daniele Friday 9 December 2005 às 11:9 AM GMT

Quando penso que começo a aprender a semantica, surgem coisas novas rsrssr…
Realmente, quanto mais padrões criados melhor pra internet… Acho que padronizar classes, ajudaria bastante no trabalho. Pense no trabalho em grupo, por exemplo… Eu trabalho com uma equipe bem desorganizada… se todo mundo usasse semantica ia facilitar muito, pois se eu tivesse que editar alguma coisa num projeto de outro, saberia o que é cada uma das centenas de linhas do código… Atualmente, antes de começar uma atualização, eu perco uns 2 minutos até entender a forma como foi feito…

E essa é só mais uma das vantangens de uma boa definição no código

# 2° Salvador Friday 9 December 2005 às 02:9 PM GMT

2 minutos soh????

# 3° Mauricio Friday 9 December 2005 às 02:9 PM GMT

Não sei… eu ainda não engloi isso muito bem, desde que vi a primeira vez.

Tudo bem, a intenção é boa. Os buscadores têm codições de fazer muito mais do que vem sendo feito, mas o conteúdo na web não está preparado. Como vai demorar um bocado para a web estar preparada, acharam essa saída (gambiarra?).

Parece muito mais uma atitude reformista, do que evolucionária ou revolucionária. O que não deixa de ter seus méritos…

# 4° Walmar Andrade Wednesday 14 December 2005 às 04:14 PM GMT

Henrique, você está sempre na vanguarda. Parabéns pelo texto

# 5° Erick Souza Wednesday 14 December 2005 às 08:14 PM GMT

Você viu o bug do teu site no Opera? Uma barra de rolagem horizontal enorme! =/

# 6° Nandico Thursday 15 December 2005 às 04:15 PM GMT

Como diabos deve ser pronunciado o nome Çelik? Hehehahaha! Abraços..

# 7° Marcelo Tuesday 20 December 2005 às 08:20 AM GMT

Off Tópico:
Eh, no Opera, além da barra horizontal enorme, tem alguns textos saindo para fora da parte branca (tanto para a direita quanto para a esquerda).

Agora quanto ao Java Script encorporado no HTML, tente usar EventListener.

# 8° Henrique Costa Pereira Tuesday 20 December 2005 às 08:20 AM GMT

Sabe o que eu acho brabo do Opera? É que as vezes ele chega a ser pior do que o Internet Explorer. Você precisa ficar colocando hack pra ele aceitar certas coisas. Sobre a barra horizontal gigante é por causa da técnica “image replacement” que dependendo da quantidade que você usa ele estoura. Estou escrevendo este comentário do Opera agora, só para ser sincero no que escrevo, e um browser que precisa de hacks deveria ser deixado de lado. Meu conselho é que baixem o Mozilla. Ele é perfeito e não precisa de hack nenhum para interpretar CSS. Para aqueles que insistem em usar o Opera, nas minhas férias eu devo fazer alguns ajustes para este browser.

# 9° Lucas Petes Tuesday 20 December 2005 às 10:20 AM GMT

Não, eu não uso o Opera.
Não, eu não estou defendendo o Opera.
Mas se a gente for pensar bem, ‘gambiarra’ é o image replacement. E o Opera não ‘previu’ ela como teoricamente deveria.

Sobre hacks… dá uma olhada nisso:

http://nanobox.chipx86.com/browser_support.php

[tabela enorme com o que cada browser suporta atualmente em %]

# 10° Designing for Web 2 - Criando sites para web 2 » Revolução Sunday 1 January 2006 às 02:1 PM GMT

[...] Recentemente eu escrevi aqui sobre Microformats e em como estes princípios resgataram e ampliaram conceitos que já existem desde o CSS1 – note que além de nomes de classes serem utilizados para chamar um seletor em CSS , elas também são utilizadas “para finalidades gerais processadas por user agents” – utilizando nomes de classes padronizadas para ampliar a descrição da informação. É preciso lembrar também que as classes em um primeiro momento são “sem significado” definido (ao contrário das tags de XHTML) tanto quanto tags em XML. Os princípios que os Microformats estenderam, foram definir profiles e padrões utilizando nomes de classes para colocar ordem em um mundo sem significado. Ou seja, foram definidos um punhado de soluções microformats para problemas específicos, como licença , exibição de datas de eventos, informações pessoais , redes de relacionamento etc. [...]

# 11° Kico Zaninetti Monday 2 January 2006 às 04:2 PM GMT

Tive pensando no seguinte… Cada tag tem sua classe nomeada de forma inteligente para indicar do que se trata cada informação do documento. Até aí tudo bem.
Mas vi que o resultado visual é o mesmo que eu teria se não tivesse colocado nenhuma dessas tags.
Agora fiquei imaginando. Eu tenho que ter essas classes definidas no meu css?
Por exemplo, tenho que ter um .dtstart {} ou .dtend {} ?
Pq acredito que se eu não tiver, vou acabar tendo uma inconsistencia de dados, de forma que eu indiquei uma classe de estilo, sendo que ela não existe. Seria quase um lixo de código…

Pensei que posso traduzir isso melhor ainda criando umas meta tags tipo:

Isso foi uma viagem que eu tive sobre o assunto. O que vcs acham?

# 12° Kico Zaninetti Monday 2 January 2006 às 04:2 PM GMT

Acho que minhas meta tags do post anterior foram removidas pq eu escrevi a tag normal.
As meta tags seriam do tipo:

meta name=”dtstart” content=”Data Início Evento”

meta name=”dtend” content=”Data Fim Evento”

# 13° fechaTAG » Web 2.0 pé no chão Tuesday 3 January 2006 às 06:3 AM GMT

[...] Semântica e Reuso: Você sabe, semântica, h1, h2 e h3 para títulos, ul, ol e li para listas e etc. Pois bem, alguum inventou um jeito interessantíssimo de se reaproveitar código semântico sem muita complicação, os microformatos. Dê uma olhada, é bastante interessante, e tão fácil de implementar que não vale a pena deixar de experimentar. Por exemplo, esta lista de tópicos está implementada em XOXO e isso não me deu absolutamente nenhum trabalho extra. O fato é que desde que começamos a falar em semântica um dos nossos objetivos era construir código reutilizável. [...]

# 14° Microformats: XOXO » Revolução Thursday 5 January 2006 às 01:5 PM GMT

[...] As especificações em Microformats ainda é algo novo para todos. Isso não deve isentar toda a comunidade que criamos no Brasil de procurar se posicionar á frente tecnicamente, mesmo que os resultados financeiros sejam nulos. E serão, pode acreditar nisso. A realidade é que enquanto o Technorati está contratando pessoas que saibam XHTML + CSS + Microformats por alguns milhares de dólares, nenhuma empresa aqui daria trezentos reais a mais por isto. Eu vejo que neste país, o estimulo por se investir em tecnologia e conhecimento de ponta deve ter origem moral, porque se procurar origem econômica, basta comparar o valor que este país dá para a educação básica que você vai obter a resposta para o estímulo de que precisa. Por isso, se você tem a oportunidade de sair deste país, saia o mais rápido que puder. E enquanto isso não acontece, vamos aprender o que é a especificação microformat XOXO! E se você ainda não sabe o que é Microformats, recomendo ler este este artigo primeiro! [...]

# 15° washington Thursday 5 January 2006 às 07:5 PM GMT

Sinceramente não vi utilidade nisso… mas se “os caras” falaram e outros acreditaram, fazer o que…

# 16° Validação e Semântica » Revolução Saturday 7 January 2006 às 10:7 AM GMT

[...] Não existe e nunca vai existir um “validador semântico”. Você vai precisar estudar e ler muito para avaliar você mesmo se o seu XHTML segue os padrões ou não. A semântica é a alma dos web standards. Seguir os padrões é descrever seus dados usando as tags de forma correta (descrever dados te lembra outra coisa chamada Microformats?). Você precisa dizer para os user agents o que é um título, o que é uma lista ordenada, o que é um endereço e assim por diante. [...]

# 17° Fabio Ortolan Friday 13 January 2006 às 09:13 AM GMT

Kico Zaninetti –> A vantagem de se usar microformatos é que não é presciso usar metatags sendo que a infomação já está na pagina.

# 18° Kico Zaninetti Friday 13 January 2006 às 09:13 AM GMT

Fábio, eu estou dizendo para utilizar a meta tag para descrever a classe do microformato, já que a classe teoricamente não está instanciada em lugar nenhum.

# 19° Flávio Theruo Kaminisse Monday 16 January 2006 às 12:16 PM GMT

Fala Henrique, tá com moral heim. Artigos publicados até na Webinsider, parabéns.
Abraço

# 20° eduardo zenaide Monday 16 January 2006 às 03:16 PM GMT

Kico, acho que funcionaria como o html, onde as tags são pre-definidas e interpretadas pelo navegador.

# 21° Kico Zaninetti Monday 16 January 2006 às 05:16 PM GMT

Eduardo, no caso pelo crawler do buscador neh…
Mas para isso teriamos que ter uma tabela de microformatos e seu significado.

# 22° Henrique Costa Pereira Monday 16 January 2006 às 05:16 PM GMT

Pessoal, já existe uma “tabela de microformats” e seus significados. Nada mais é do que a própria especificação. Ou se usa os padrões de cada especificação ou não é microformats. Outra coisa. Meta tags está relacionado com meta informação do documento em si e Microformats é meta-informação (no sentido lato) de determinado trecho específico, ou seja, enquanto eu só posso ter uma meta tag sobre um evento por exemplo, em uma mesma página eu posso trazer centenas de eventos distintos feitos em microformats. Não sou limitado por trechos considerando as características modulares de microformats que me permite aplicar em qualquer lugar, basta existir a necessidade.

# 23° Microformats » Revolução Sunday 22 January 2006 às 03:22 PM GMT

[...] Microformats [...]

# 24° hCard » Revolução Wednesday 25 January 2006 às 07:25 PM GMT

[...] Antes de você ler este artigo, você deve ler outros que eu escrevi, se já não tiver lido antes. É aconselhável ler o artigo de introdução aos Microformats e outro texto sobre o mundo de significado do atributo class. No geral para você poder entender qualquer outra coisa sobre Microformats você deve seguir a ordem dos textos relacionados acima. Entendendo todos os princípios que se encontram nestes textos base, você vai conseguir compreender qualquer especificação microformat com facilidade. [...]

# 25° Hyperlinks » Revolução Wednesday 1 February 2006 às 07:1 AM GMT

[...] <a href=”http://www.revolucao.etc.br/archives/microformats/#comment-193”> Comentário do Henrique no artigo Microformats </a> [...]

# 26° Diário de Bordo #5 » Revolução Tuesday 7 February 2006 às 03:7 PM GMT

[...] Eu fiz alterações no texto de introdução aos Microformats aqui no site. Leia o texto novamente e verá que é completamente outro, com mais informações de introdução, âncoras, e chamadas para outros textos que eu escrevi aqui posteriormente. A medida que novos artigos forem escritos sobre o assunto eles serão referenciados naquele e vice versa. Se ainda não leu, leia e deixe seus comentários. Os comentários, dúvidas e feedback tem sido muito úteis para que eu possa avaliar meus textos e planejar os próximos. Agradeço muito a crítica de todos. [...]

# 27° Folksonomia e a maneira com que nós colocamos ordem nas coisas » Revolução Etc Wednesday 1 March 2006 às 02:1 PM GMT

[...] Microformats [...]

# 28° Diário de Bordo #6 » Revolução Etc Tuesday 7 March 2006 às 01:7 PM GMT

[...] Fui entrevistado pela Revista Webdesignda editora Arteccom para falar sobre microformats. A entrevista está nesta edição de março de 2006. O texto é para iniciantes e serve como introdução para quem está começando. [...]

# 29° Gustavo Gatto Thursday 9 March 2006 às 01:9 PM GMT

Pessoal tirem algumas dúvidas minhas:

Quem cria os microformats?
Porque eles não seguem nenhum padrão de nomeação?
Os user-agents já estão entendendo essa técnica?

Ao afirmar que: “primeiro para humanos depois para máquinas”, não caímos no mesmo enigma de quem vem primeiro: “o ovo ou a galinha?”.

No meu ponto de vista, se as máquinas não entenderem do que se trata tal informação, o mesmo não poderá formatar isso para humanos entenderem, pois os microformats é irrelevante para um ser humano sem um tratamento, ou estou errado?

Bom pessoal, espero não ter falado muita besteira, mas aposto que além de eu, muitas pessoas ainda estão cheio de dúvidas em relação aos Microformats.

Um abraço!

# 30° Hélio Correia » Sistema Operacional Online Tuesday 21 March 2006 às 10:21 PM GMT

[...] O conteúdo na internet está cada vez mais acessível, mas continua muito longe do ideal, período em que os Micro Formatos vão estar mais presentes nas entre-linhas de cada conteúdo disponível na rede. Exemplos: Wikipedize any text, Scuttle, Similicio.us e 43Things. [...]

# 31° Bill Gates: “We need Microformats” » Revolução Etc Friday 24 March 2006 às 01:24 PM GMT

[...] Depois de ver a notícia no Microformats.org de que Bill Gates estaria interessado em Microformats fiquei pensando no quanto isso vai alanvancar os micro padrões. Microformats é o exemplo perfeito de como os padrões emergem de iniciativas particulares. Os primeiros usuários são sempre alguns geeks entusiastas até que a coisa começa a se espalhar de forma viral até atingir grandes corporações. Desde que eu comeceu a escrever sobre isso aqui no meu site muita coisa aconteceu. De repentente centenas de sites gringos já estão começando a falar, escrever e utilizar microformats. A Wiki deles está em alteração quase todos os dias com novos conteúdos e exemplos in the wild. [...]

# 32° Átila Cavalcante Tuesday 28 March 2006 às 09:28 AM GMT

Tantek Çelik é o responsável por não ter implementado corretamente, no CSS2, o alinhamento vertical de objetos?

Definitivamente, preciso ter uma palavrinha com esse cara…

# 33° KenA Sunday 2 April 2006 às 10:2 AM GMT

“As tags do HTML/XHTML são relativamente muito limitadas para descrever a informação que nós inserimos na web. Microformats tenta suprir esta lacuna estendendo para um outro nível as possibilidades de descrever esta informação.”

Particularmente nao concordo com a afirmacao acima. Microformats utiliza tais tags e somente as organizam (em xml readable way) proporcionando q estas possam ser ‘parseaveis’ ao formato nativo. Ex. hCard(microformat) to vCard(eformat)

# 35° Xmedia Webfactory » Arquivo do Blog » Yahoo vai publicar em Microformats Wednesday 28 June 2006 às 09:28 AM GMT

[...] O Yahoo! anunciou que passará a publicar em Microformats ( hcards, hCalendars e hReviews). É uma grande iniciativa e se junta a outros grandes sites como Flickr que já fazem isso. Notícia do Microformats.org. [...]

# 36° Blargh » Mudanças no blog Tuesday 11 July 2006 às 10:11 AM GMT

[...] Estou estudando muito sobre web semântica, microformatos e structured blogging ultimamente, e assim que já tiver um bom conhecimento dos padrões eu vou construir uma aplicação legal. Só não decidi ainda que framework utilizar. Os seguintes estão em pauta: [...]

# 37° Microformatos - Tableless Wednesday 12 July 2006 às 01:12 AM GMT

[...] Achei hoje este artigo do Henrique: Microformats. (Que vergonha! O feed do Henrique não estava em meu Bloglines! Vou corrigir isso assim que o Bloglines voltar ao ar.) [...]

# 38° Reinvantando o HTML: o futuro da linguagem de hypertexto » Revolução Etc - Web Standards em uma casca de noz! Sunday 5 November 2006 às 10:5 PM GMT

[...] O outro lado do futuro das linguagens de marcação que Berners-Lee sequer citou, é o futuro dos microformats como um dialeto de XHTML, como tem sido chamado. Se considerarmos o presente, a W3C já considera Microformats como um dialeto de XHTML e já o incluiu em sua agenda oficial de GRDDL (proncuncia-se “griddle” ou gruidou) e automaticamente já está associado com Web Semântica (com letras maiúsculas mesmo). Estava demorando. Desde a primeira vez que eu escrevi sobre Microformats aqui a quase um ano atrás e me lembro que não encontrei nada em português, eu arrepiei com as potencialidades. Acredito que Tim Berners-Lee poderia ter sido mais benevolente em seu texto. [...]

# 39° InterblogNet » Blog Archive » Microformatos Thursday 21 December 2006 às 10:21 PM GMT

[...] Alguém sabe o que é Microformatos? Procurei muito sobre Microformatos na internet e achei pouca coisa em português. Existe um texto do Henrique Costa que explica muito bem. Descobri sobre Microformato quando estava pesquisando algo sobre XML e a proposta do Microformato é de uma web mais semântica, um código mais “limpo”, achei bem interessante. Claro que não é só isso, eu juro que ainda não entendi direito, mas vou pesquisar mais. [...]

# 40° Techbits Friday 9 March 2007 às 01:9 PM GMT

Web 3.0 = 4C + P + PV…

Já estou ouvindo as pedradas, mas vamos lá. O termo web 2.0 não é o que podemos chamar de unanimidade na blogosfera, imagine então começarmos a falar de web 3.0. E primeira vidraça foi quebrada. O ótimo Read/ Write Web publicou no mês passado…

# 41° lais Thursday 29 March 2007 às 06:29 PM GMT

oie achei voces por acaso eu morava em uberlandia e agora moro em guaratuba litoral do parana ………….

# 42° É bom ficar esperto « Os butiá caíram do meu bolso faz tempo! Tuesday 10 April 2007 às 04:10 PM GMT

[...] Microformats é uma seqüência de especificações com o propósito de relacionar a informação ou os dados [...]

# 43° Alexandre Formagio Thursday 19 April 2007 às 01:19 AM GMT

Muito show, agora entendi…

Mas isso é super show, para desenvolvedores a entregar um site…

Agora imagine criar um painel de controle, onde o cliente irá atualizar o website, como explicar o que é microformatos? OK, vamos mais longe, vamos dizer que via REPLACE do ASP ou PHP conseguimos fazer código parecido com o do BBCode, você cola o [b]texto[/b] e fica negrito, vamos fazer um [date]2/6/2007[/date] e usamos um replace e pronto, temos microformatos no código…

Mas será que o cliente REALMENTE vai usar isso? Ou seja a semantica só se mantem na entrega do projeto, após isso é na base da reza…. rs

Esse é meu ponto de vista :)

# 44° Designing for Web 2 « WebDois Friday 20 April 2007 às 11:20 PM GMT

[...] eu escrevi aqui sobre Microformats e em como estes princípios resgataram e ampliaram conceitos que já existem desde o CSS1 – note [...]

# 45° Cícero Thiago Wednesday 25 April 2007 às 01:25 PM GMT

Quando li esse artigo, lembrei de OWL (Ontology Web Language) http://www.w3.org/TR/owl-features/ e Web Semântica http://www.w3.org/2001/sw/.

# 46° Thiago Machado Thursday 26 April 2007 às 07:26 PM GMT

Existe alguma tabela com especificações de microformats para ecommerce ?

# 47° WinAjuda » Internet Explorer 8: quais novidades ele trará? Thursday 3 May 2007 às 03:3 PM GMT

[...] Quanto aos microformatos, trata-se de uma nova padronização através da qual softwares, sites e sistemas poderão interagir através de informações comuns. O Firefox 3 também trará suporte a esta nova e promissora tecnologia. Para saber mais sobre ela, leia este texto do Revolução Etc. [...]

# 48° Em busca da simplicidade « Mundo web Wednesday 16 May 2007 às 08:16 PM GMT

[...] eu achava que o detalhe de organização estava no estado da arte, me aparece os microformatos, que é uma forma de abrir a possibilidade para representação de assuntos específicos como [...]

# 49° Web2 | Microformats at Zé Cachorro Wednesday 13 June 2007 às 07:13 AM GMT

[...] Microformats.Org Revolução Etc Diagrama Microformats [...]

# 50° Microformatos na Expo 2.0 « Vista eXPerience Friday 17 August 2007 às 07:17 PM GMT

[...] ReadWriteWeb traz hoje justamente um post sobre a próxima versão do Firefox e o seu suporte a microformatos [espécie de códigos acrescentados ao HTML de um site, fornecendo, no final, mais informações [...]

# 51° Bioformats: Microformats aplicado a Biologia » Revolução Etc Thursday 20 September 2007 às 11:20 PM GMT

[...] muito legal! Bioformats, são especificações construídas dentro dos princípios dos microformats, tratam-se de padrões específicos para se compartilhar meta-informações sobre genes (hGene), [...]

# 52° Prof. Barcia Wednesday 26 September 2007 às 04:26 AM GMT

Com esta explicação ficou bem mais fácil compreender o conceito de Microformat. Valeu!

Abs,
Prof.Barcia

# 53° O que é Microformats? Conheça ou saiba mais :: blodd - o blog de 2d ou Pedro Bachiega pros conhecidos... Wednesday 26 September 2007 às 06:26 AM GMT

[...] você quer ler mais sobre o assunto, entender melhor, recomento o texto Microformats do Revolução.net ou ir direto da fonte [...]

# 54° Techbits Thursday 27 September 2007 às 05:27 PM GMT

Parte da web semântica já existe…

Em teoria a web semântica é fantástica, ou seja, redescrever toda a informação que já existe na web na tentativa de fazer os computadores entenderem o significado das coisas. Em poucas palavras, seria uma camada a mais na web com meta-informaçõ…

# 55° Microformatos e otimização de sites at Web Marketing Monday 8 October 2007 às 08:8 PM GMT

[...] o que o Revolução Etc disse sobre a aplicação dos microformatos: A” aplicação de microformats gira basicamente [...]

# 56° WEBtudinho » Microformats: uma novidade obrigatória Wednesday 24 October 2007 às 04:24 AM GMT

[...] Microformats no Revolução Etc [...]

# 58° Luiz Matos Monday 18 February 2008 às 06:18 PM GMT

Bacana esse post durar aí já quase 3 anos..
estou começando com os microformats.
Minha dúvida é: como posso minerar informações com eles?
Ou seja.. apliquei os microformatos.. e ai.. existe alguma ferramenta para `interpreta-los` e me gerar informacao util?

# 59° Textos para relembrar » Revolução Etc Saturday 23 February 2008 às 11:23 AM GMT

[...] Microformats: escrito em dezembro de 2005, até hoje este texto é ponto de partida para muitas pessoas entenderem o que são os microformats. Escrevi em uma época em que eu não achei nada em português sobre o assunto e nem eu mesmo antes de sentar para escrever sabia exatamente do que se tratava. [...]

# 60° supersimples » O perfil do Designer. Tuesday 18 March 2008 às 04:18 PM GMT

[...] no estilo padrão Adobe. – Ou o Code Designer, que tem que dominar HTML, CSS, JS, Jquery, ExtJs, Microformats, SEO e deixar de lado o perfil criativo para se aprofundar em um perfil Desenvolvedor [...]

# 61° Microformats: A caminho da Web Semântica « FlavioGranero.com Wednesday 19 March 2008 às 10:19 AM GMT

[...] ele publicou um texto com um título até então desconhecido para muitos. Fui apresentado aos Microformats. Vamos às definições: O que são Microformats ou [...]

# 62° Wagner Elias - W3C e licenciamento de conteúdo Wednesday 14 May 2008 às 11:14 AM GMT

[...] Para saber mais sobre Microformats eu recomendo o tutorial do Henrique C. Pereira do Revolução Etc. [...]

# 63° Ronaud Sunday 1 June 2008 às 06:1 PM GMT

Henrique. Não sei se eu já comentei alguma coisa aqui ou não, mas quero parabenizá-lo pelo site/blog. Esses artigos sobre microformats, semantica, etc são excelentes, completos, altamente elucidativos e um prato cheio pra quem quer se manter sempre atualizado, como eu. Parabéns mesmo!!!

# 64° Jcneto Friday 11 July 2008 às 02:11 PM GMT

Realmente muito interessante essa “técnica” tornar os códigos mais “humanos” realmente facilitam o trabalho dos programadores, e no mar de “pérolas” que encontramos nos códigos HTML(principalmente com o advento dos editores gráficos) uma corrente que luta pela “limpeza” desses códigos é sempre bem vinda.

Entretando não entendi o porque de no exemplo ter sido utilizado o:
“Argent Hotel, San Francisco, CA”

ao invés de:
Argent Hotel, San Francisco, CA

já que a Tag deve ser utilizada para todos os tipos de locais(creio eu).

Mesmo assim o artigo está show!

# 65° Jcneto Friday 11 July 2008 às 02:11 PM GMT

No comentário acima não apareceu as tags… tsc tsc tsc

a pergunta é, por que usar a tag “span” com a classe “location” ao invés de usar uma tag “address”?

# 66° Chris B. - idéias e pensamentos » Microformats Wiki no ar novamente Monday 17 November 2008 às 10:17 AM GMT

[...] Esse post do Revolução.etc trata, de forma bem clara, a respeito dos Microformats! *alem, é claro, do site oficial, que contém toda documentação dos padrões já aprovados e do que está por vir, além de exemplos do que se pode fazer com os Microformats.. [...]

# 67° Novidades do Internet Explorer 8. Novidades? « Flávio Araújo Tuesday 20 January 2009 às 06:20 PM GMT

[...] bem, concordo, isto de certa forma até que é uma novidade. Mas não deixa de ser nada mais que um Microformats com outro [...]

# 68° Web Standards? E agora José? » Revolução Etc Tuesday 27 January 2009 às 07:27 PM GMT

[...] Molly Holzschlag além de Tantek Çelik e Eric Meyer também conhecidos a pouco pelos avanços em Microformats, dentre vários outros. No Brasil os mais populares foram o site do Maujor e o Tableless. No geral [...]

# 69° links for 2009-02-02 « Minesa IT Monday 2 February 2009 às 05:2 PM GMT

[...] Microformats » Revolução Etc (tags: web web2.0 design ajax xhtml webstandards css xml microformatos microformats) [...]

# 70° Aurélio A. Heckert Wednesday 11 February 2009 às 10:11 AM GMT

Olá Henrique, tem um link mal formado aqui:
A W3C dedicou toda uma documentação chamada de “Modularization of XHTML”

Gostei do texto!

# 71° Otimização de Sites Monday 18 May 2009 às 09:18 PM GMT

Excelente artigo sobre microformats, ainda não localizei outro com tantos detalhes dessa novidade.

Parabéns pelo post.

SEO

# 72° Fazer tudo sozinho não é tão legal » Comunidade WordPress-BR Friday 18 September 2009 às 04:18 PM GMT

[...] ser muito maior. Você vai querer fazer uma coisa muito legal na programação, tipo sei lá, usar Microformats na parte dos comentários, e o seu cliente não vai ligar (lembre-se, esse paga pouco e quer o site [...]

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Foto do autor Henrique Costa Pereira O Revolução Etc é o site pessoal do Henrique C. Pereira que trabalha com design de interfaces, planejamento, arquitetura da informação e desenvolvimento para web. Ele escreve aqui sobre várias coisas relacionadas com acessibilidade, web standards, tecnologia, desenvolvimento e o que mais der na telha, além de eventualmente escrever alguma coisa ou outra para o Webinsider. Leia mais.

Livros que vão colocar minhocas na sua cabeça:

  • SEO Otimização de Sites - Paulo Teixeira
  • Não me faça pensar! - Steve Krug
  • Google Adwords a Arte da Guerra - Ricardo Vaz Monteiro
  • Design para Internet: Projetando a Experiência Perfeita - Felipe Memoria
  • Sopro no Corpo: Vive-se de Sonhos - Marco Antônio de Queiroz (MAQ)
  • 250 Segredos para Web Designers - MOLLY E. HOLZSCHLAG
  • O design do dia a dia - DONALD A. NORMAN
  • Ser e o Nada - Jean-Paul Sartre
  • Apocalípticos e Integrados - Umberto Eco
  • Ergodesign e Arquitetura de Informação - LUIZ AGNER
  • The Art and Science of Web Design - Jeffrey Veen
  • Ansiedade de Informação 2 - RICHARD SAUL WURMAN
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  • U2 - How to dismantle an atomic bom
  • U2 - 18 singles
  • The Essential - Bob Dylan
  • Bob Dylan - Modern Times
  • Miles Davis - Cool & Collected
  • Miles Davis - Prestige Profiles Vol 1
  • Pink Floyd - The Division Bell
  • Pink Floyd - The wall
  • Pink Floyd - Delicate Sound Of Thunder
  • John Coltrane - The Best of John Coltrane
  • The beatles - The Beatles 1