Esta é minha lista de artigos com a tag "Web Standards"

1º Curso de Padrões Web na FIEMG em Uberlândia. Check!

Por: Henrique Costa PereiraWednesday 26 August 2009 às 21:26

Enfim (começar um texto com “enfim”, jura?), por “n” razões eu não vim até este blog dizer algumas coisas que andei fazendo, participando etc. Não prometo nada (achou que eu ia pedir desculpas né?). Em fevereiro desse ano eu anunciei a idéia de um curso de padrões web presencial e basicamente eu desapareci (acho que sou bom nisso). Finalmente eu concluí o desenvolvimento e já até ministrei a primeira turma nos dias 22, 23 e 24 de julho passado na FIEMG em Uberlândia. Eu adorei o resultado e só os caras (e a “lady“, só tinha uma mulher lá) poderiam dizer o que eles acharam!

Este primeiro curso foi intencionalmente “fechado” (não divulguei ele aqui), o objetivo foi extrair dessa primeira edição alguns profissionais para trabalhar conosco na Webroom. A seleção dos alunos eu fiz através de currículo e perfil profissional. Selecionei 2 pessoas de imediato e provavelmente podemos absorver outros 2 muito em breve.

Esse modelo de curso/processo seletivo foi um test drive de sucesso, que com certeza voltaremos a repetir não somente para treinar programadores de interface, mas em outras disciplinas também. O foco do curso foi trabalhar conceitos de como a web funciona, bases de desenvolvimento para web, semântica de HTML, CSS e acessibilidade. Barba, cabelo e bigode da interface. Faltou só javascript que ficou de fora por que 3 dias não é suficiente. Falei brevemente também sobre o mercado de comunicação e desenvolvimento para situar quem está começando a circular na Matrix.

O objetivo principal desse curso foi treinar de forma mais completa (conceitual e prática) novos programadores de interface. O maior problema de quem está começando a programar em HTML/CSS é a falta de conceitos associado com a prática. O gatilho do curso foi: “se você não sabe o que cada tag ou atributo significa e pra que ele serve, você não sabe o que está fazendo“.

Agradeço a todos aqueles que participaram da primeira edição, gostei do feedback e do interesse de todos que participaram e em breve anuncio aqui uma turma aberta.

Foto da sala de aula do Curso de Padrões Web realizado na FIEMG que mostra vários computadores e o Henrique Pereira na frente da sala

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Tags: Cursos Revolução Etc Uberlândia Web Standards desenvolvimento padrões web

Leia o Tableless

Por: Henrique Costa PereiraThursday 25 June 2009 às 19:25

Tableless Caramba, escrevendo algumas coisas pra um curso que estou preparando para dar em Uberlândia sobre padrões web, me veio uma baita nostalgia de quando eu aprendi o caminho do bem com HTML e CSS. Então eu tinha que escrever este texto em homenagem ao Tableless.

Para quem não conhece o Tableless (se você é leitor desse blog é difícil não conhecê-los) é o site de Diego Eis e Elcio Ferreira sobre padrões web. Só isso. Os caras começaram a compartilhar informações em uma época escassa de material em português e faziam o maior sucesso entre os nerds emergentes (putz..) que queriam aprender na raça a escrever HTML e CSS de forma decente. Se a moda lá fora era o CSS Zen Garden (lembram disso?), a moda no Brasil era o Tableless.

Tenho o maior carinho e respeito por este site que foi grande fonte de inspiração pra eu começar a blogar. Tanto o Tableless como o Bruno Torres (meu comentarista de eventos preferido do Twitter) foram minhas principais fontes pra aprender a escrever código direito em 2004. Já conheci os caras pessoalmente (com exceção do Elcio) e cheguei a ser um dos professores dos cursos de HTML básico e Microformats da Visie por uns tempos. A Visie por sua vez é a empresa de treinamentos web fundada pelos caras, e que eu indico até hoje se você quiser fazer um curso e aprender o caminho do bem de forma mais suave.

O Tabless, na história dos padrões web no Brasil tem seu pé cravado, responsável por ensinar uma pancada de moleques por este país a parar de usar tabelas pra montar layouts. E se você está dando seus primeiros passos, é lá (e não aqui) que você tem que começar. Aqui tem muita coisa também, mas o acervo do Tableless é muito maior.

Abraço ao Diego e ao Elcio e vida longa ao Tableless.

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Tags: Revolução Etc Web Standards padrões web tableless

Perch – CMS semântico, simples, pequeno e pago!

Por: Henrique Costa PereiraFriday 12 June 2009 às 17:12

A única razão pela qual este CMS me chamou a atenção é pelo fato de ter sido desenvolvido pelo Drew McLellan, o mesmo cara do 24 Ways e membro do Web Standards Project. Desculpe se esperava algo open source, mas o cara precisa pagar as contas dele. Enfim, Perch é um CMS que tem o objetivo de ser simples, pequeno e semântico. Ele gera markup válida em HTML, XHTML e até mesmo HTML 5 e também gera markup em Microformats.

Print screen da área administrativa do Perch

O CMS foi feito para sites pequenos, provavelmente apenas para administrar páginas simples, mas é todo personalizável onde você cria suas áreas a serem atualizadas. O objetivo é que pequenas agências que não possui seu próprio CMS e querem algo cuja markup decente seja preservada nas mãos dos clientes não especialistas seja mantida a qualquer custo. E um custo relativamente barato, a licença do CMS custa 35 euros por domínio.

Para quem faz parte de equipes que desenvolve CMS (como eu) vale a pena pelo menos usar o Perch como benchmarking técnico para sua própria aplicação. Pelo que eu vi, a aplicação é enxuta e excelente em termos semânticos. Dê uma olhada na documentação, na FAQ e tire suas dúvidas que a equipe do McLellan responde. Se descobrir algo interessante, compartilhe!

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Tags: CMS Microformats Web Standards padrões web

Falando em web standards: curso presencial em Uberlândia, topa?

Por: Henrique Costa PereiraMonday 2 February 2009 às 19:2

Alguns meses atrás os leitores deste blog viram minha procura por programadores de interface em Uberlândia / MG, e a busca sempre é difícil. E sempre estamos precisando de mais profissionais. Uma coisa que eu percebo no geral entre os novatos é o abismo entre o conhecimento técnico de (X)HTML e CSS e a aplicabilidade disso no mercado, no dia à dia da agência e na realidade do cliente. Além das deficiências técnicas que os novos profissionais possuem (que não são poucas) existe o abismo em entender a realidade da web, contextos mercadológicos, etc.

Exemplo de código em HTML

Por estas razões eu estou elaborando um curso presencial de padrões web exclusivo aqui em Uberlândia para programadores de interface focado no mercado, baseado nas experiências que enfrentamos na Webroom, agência que eu trabalho há mais de 4 anos. Um dos objetivos ao final desse curso é oferecer ao melhor aluno um estágio na empresa com grande gigantescas chances de contratação. Pode rolar até mais de uma vaga.

Qual o conteúdo que vai rolar nesse curso? Seria CSS, XHTML, acessibilidade, microformats, SEO, design centrado no usuário, além de conceitos de arquitetura da informação, javascript, programação, etc. Você vai saber o que o programador faz com seu HTML depois que você termina. Vou abordar também informações sobre mercado, realidade de clientes, cases, etc. O foco é técnico mais também com abordagem no mercado, para quem quer trabalhar com web.

Ainda não há data, local e nem custo previsto para este curso. Mas que ele vai ocorrer de uma forma ou de outra aqui em Uberlândia, isto é certo. Se você está interessado ou conhece alguém que está, envie o link deste artigo para seu amigo(a) para entrar em contato comigo. Quanto mais pessoas me escreverem interessadas, mais barato e mais rápido o curso poderá acontecer. Se quiser ajudar a divulgar também, sua ajuda será bem vinda.

Outra informação que eu não tenho é se o curso deverá começar do básico ou no intermediário. Dependendo das informações que eu obter dos interessados o curso poderá se desmembrar em 2 fases, uma direcionada a pessoas que não sabem nada e outra direcionada a quem já possui conhecimentos básicos de HTML e CSS. Tudo vai depender da realidade dos interessados. Topa? Então me escreve aí!

[ATUALIZAÇÃO 15/06/2009] Caros, ainda estou trabalhando no curso mas anotei os e-mails de todos aqueles que demonstraram interesse. Assim que eu tiver uma data mais precisa, entrarei em contato com todos. Muito obrigado pelo interesse e continue enviando e-mails através da minha página de contato.

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Tags: CSS HTML Revolução Etc Uberlândia Web Standards curso oportunidade padrões web

Web Standards? E agora José?

Por: Henrique Costa PereiraTuesday 27 January 2009 às 19:27

I heart Web Standards Eventualmente converso com algumas pessoas “das antigas” sobre os famosos padrões web, sobre boas práticas de XHTML e CSS e sempre fico me perguntando onde chegamos e para onde estamos indo. Este texto é uma reflexão sobre isso. O que já alcançamos e o que está pela frente.

O passado

Não vou contar de novo a mesma história mas vou resumi-la. A primeira grande guerra dos browsers transformava a vida dos desenvolvedores em um inferno, onde para fazer um site rodar no maior número possível de versões de navegadores era necessário muitas gambiarras, trechos de códigos redundantes etc. Tudo para deixar o mesmo site o mais igual em diferentes navegadores. Esta foi a forma humana mais básica de sentir na pele a necessidade de padrões de desenvolvimento para a internet. Se você não viveu esta época como desenvolvedor, agradeça!

Naquela época desenvolver sites usando tabelas era o caminho mais fácil para fazer um site ser renderizado de forma mais parecida possível em vários navegadores. A popularização e o refinamento das ferramentas visuais de desenvolvimento de HTML ou os chamados editores WYSIWYG também foram outro fator que contribuiu para a popularização do HTML e do desenvolvimento fora dos padrões, visto que estes editores priorizavam a aparência do site renderizado no navegador em oposição a qualidade do código gerado. Esta foi a época do design pelo design.

A virada

Logo da W3C A história mostrou para aqueles vovôs da internet na pele algo que doía muito. Gastar tempo e esforço criando códigos redundantes por causa da indústria dos browsers. As pessoas das gerações seguintes, muitas delas, aderiram ao movimentos dos web standards e começaram a desenvolver de forma criativa seguindo os padrões de HTML e CSS da W3C. Surgia uma nova era.

Várias referências na web ficaram conhecidas pelos esforços em popularizar o desenvolvimento seguindo os padrões como o A List Apart, Web Standards Project, Jeffrey Zeldman, Dave Shea, Molly Holzschlag além de Tantek Çelik e Eric Meyer também conhecidos a pouco pelos avanços em Microformats, dentre vários outros. No Brasil os mais populares foram o site do Maujor e o Tableless. No geral o papel que eles tiveram foi o de pressionar a indústria (funcionou apenas em partes) ao chamar a atenção para técnicas de desenvolvimento em CSS, evitando hacks (sim evitando) e usando HTML de forma semântica, em oposição as infames tabelas. O principal valor que todas estas referências tiveram foi o de influenciar e o de liderar essa influência através do ensino de HTML e CSS de forma simples e prática.

Hoje, agradeça aos mecanismos de busca (sic)

Hoje a situação é infinitamente melhor do que a 5 ou 7 anos atrás. Antes era comum pessoas torcerem o nariz ao ouvirem “desenvolver código na mão“. Hoje isso é compreensível. A principal razão da popularização dos web standards foram os mecanismos de busca, mais especificamente o Google e a corrida de ouro que se tornou o SEO. Um site com melhor semântica de HTML ganha pontos nos primeiros resultados de busca.

Sem a popularização dos mecanismos de busca, o mundo inteiro estaria alguns passos atrás em relação aos padrões web. Eu não vejo nenhum outro fator decisivo nessa popularização. As ferramentas de codificação não ficaram semânticas e simples o suficiente para que um garoto de 7 anos consiga fazer uma página válida. Houve avanços é claro, mas desenvolver HTML de forma decente ainda exige saber o que se está fazendo. Pouquíssimos editores de HTML podem ser chamados de “bons”. Então não dá para atribuir a popularização dos padrões web a eles.

Google Desculpe também não atribuir estes avanços aquelas pessoas que bravamente lutaram em seus blogs para divulgar os padrões web (até mesmo porque me coloco nessa lista), mas o Google foi fundamental para este processo. Obviamente o papel dos blogs foi importante. Importante porque eles praticamente são a fonte de estudo da grande maioria dos desenvolvedores. Mas o papel do Google foi o de mostrar na prática (na pele e no bolso) para quem tem dinheiro (empresas e chefes empresários) os benefícios de estar nos primeiros resultados.

Como nós só seguimos algo pelo benefício que aquilo pode trazer ou pelo medo da coerção, medo da punição, ficar para trás nos mecanismos de busca é sinônimo de “perder dinheiro”. A ditadura dos primeiros 10 resultados impulsionou a popularização dos web standards. A relação custo x benefício deixou muito claro para muitas empresas as vantagens de se desenvolver sites semânticos. E isto está além de validação como os primeiros xiitas acreditavam.

Como está o Brasil nessa história?

A W3C possui um escritório no Brasil e procura estar presentes em eventos como o Campus Party. Essa proximidade é em partes a valorização e a popularização dos padrões no Brasil. Principalmente porque somos o segundo país do mundo em tempo de conexão e o segundo mais presente em redes sociais. Por mais que nem todos os portais sejam 100% semânticos (no sentido estrito do HTML), é difícil encontrar portais desenvolvidos em tabelas nos nossos dias. Argumento suficiente para a mudança de cenário certo?

Acho que nosso desafio em um futuro próximo mais latente e imediato deve ser a acessibilidade. Desenvolvedores experientes sabem que é possível ter um site bem indexado, otimizado para mecanismos de buscas e ainda sim com problemas de acessibilidade. Neste cenário falta pouco é claro, mas pode melhorar. Esse passo é algo mais complicado e precisaria de muita educação e um pouco de coerção.

Começando pela coerção, eu sugiro que o governo brasileiro pudesse punir todos os órgãos públicos que tivessem problemas com acessibilidade. Não vou entrar em detalhes dessa sugestão, é assunto muito complexo, mas já mostra um caminho. E essa punição deveria ser severa. O passo seguinte seria levar essa “lei” para sites de interesse público, turismo, etc. Algo mais difícil. Mas só isso seria suficiente para estimular empresas a quererem desenvolver de modo acessível, girando a economia daquelas empresas capazes de desenvolver com acessibilidade, e estimulando as periferias a fazer o mesmo. Só uma pincelada do que poderia ser feito.

Na Campus Party, a Lêda Spelta do Acesso Digital e Vagner Diniz, gerente do escritório da W3C no Brasil, apresentaram um painel sobre acessibilidade (veja foto abaixo). A palestra em si é o que muitos estão cansados de saber. Não adianta esperar nada de novo. Não existe nada novo para ser visto. O papel deles é o de popularizar o que já existe, a boa e velha acessibilidade. E se todos soubessem o que eles falaram no painel talvez o foco deles hoje seria bem diferente.

Lêda Spelta e Vagner Diniz no painel da W3C na Campus Party

Alguma tendência?

Hoje eu arrisco algumas coisas que os desenvolvedores deveriam se preocupar e algumas tendências que na verdade não são “novidades”, e sim caminhos que já se mostram verdes. São sugestões que eu acredito que contribuem para a evolução da web.

  • Não pare de estimular os padrões web. Ainda tem gente que nunca ouviu falar de SEO e acessibilidade;
  • Use RDF, Microformats, Geo feeds, KML e outros padrões XML based, não por que eles são o futuro definitivo, mas porque esses padrões fazem parte da revolução;
  • Não se esqueça especificamente da acessibilidade. Você ainda vai ganhar dinheiro com isso se souber o que está fazendo.
  • Popularizar os padrões web de forma simples e compreensível para aquelas pessoas que não colocam a mão no HTML diretamente, como os analistas de sistemas, programadores que pegam o HTML pronto, arquitetos da informação, marketeiros, atendimento e comercial, etc.
  • Desenvolvimento mobile. Comece com XHTML-MP!
  • Leia sobre usabilidade na web. Está intimamente relacionado com acessibilidade.
  • Morte ao IE6 Desinstale o Internet Explorer 6 da máquina de usuários comuns, (valeu o convite Dulça, este texto em partes é uma resposta ao seu convite!). Quanto menos pessoas usarem esse browser obsoleto melhor para o mundo inteiro.

Texto grande, como a muito tempo eu não escrevia. Mas eu não queria picar esta reflexão em mais de uma parte. Alguma consideração?

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Tags: W3C Wasp Web Standards padrões web web web design

Google e os padrões web

Por: Henrique Costa PereiraFriday 10 October 2008 às 08:10

As vezes fico me perguntando porque há tantas pessoas interessadas em ter seus sites bem indexados pelo Google mas nunca ouviram falar de web standards ou então, quando sabem, possuem apenas um conhecimento muito precário como vimos em massa no Google Search Masters. Ou seja, muitas pessoas interessadas versus poucas que sabem o que estão falando. Por onde estas pessoas estão dando seus primeiros passos? Como estão aprendendo HTML e porque não conseguem fazer boas “conexões” entre diferentes conceitos?

A primeira consideração é que isso não é só um problema no Brasil. Mas como estamos por aqui, costumamos “sentir o clima” de ignorância no ar mais de perto. Ter ouvido um cara perguntar no Google Search Masters se o Google indexa sites em tabelas (quase tive um ataque epilético por causa daquilo) mostrou apenas que o Google precisa dar mais atenção para os novatos e reforçar canais de comunicação como a Central do Webmaster em todos os idiomas possíveis. Sem entrar no mérito se falta conhecimento e acesso aos brasileiros ou se por coincidência o Google conseguiu por amostragem concentrar o maior número de pessoas com falta de bom senso individual, (repetindo, não entrem no mérito dessa discussão nos comentários) o fato é que quando queremos comunicar uma idéia, precisamos pensar no caminho que ela deverá percorrer das diversas formas possíveis, inclusive com pessoas sem nenhum conhecimento. Esta é uma abordagem ok?

Vi no Berea Street uma consideração interessante sobre algumas ações pontuais do Google cada vez maiores (e melhores) de reforçar que web standards é o caminho. Veja os tópicos presente no texto dentro do Webmasters Help Center chamado Making sure your site appears properly in different browsers:

Agora veja os tópicos tratados no texto Workin`it on all browsers presente no Google Webmasters Central Blog:

Quer comunicação mais direta que essa? O Google não ensinou HTML, mas colocou termos no texto (in english my friend) que se você procurar no buscador homônimo vai encontrar milhões de referências ensinando sobre usabilidade, acessibilidade, CSS, HTML, etc. Interessante que o último item dessa última listagem de tópicos nada mais é do que o “spread the word” que os blogs que tratam de padrões web sempre fizeram.

Quer trabalhar com web? Não interessa se será como arquiteto da informação, programador, gerente de projetos, redator (web writer), marketing, publicidade, testador (QA), dono da empresa, cliente, etc. Com certeza há um conjunto de informações relacionadas com os padrões web e normas de boas práticas que você precisa conhecer, claro que em diferentes níveis e doses para cada tipo de profissional.

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Tags: Google Web Standards padrões web web web sites

Yahoo! Search por uma web cada vez mais semântica

Por: Henrique Costa PereiraMonday 17 March 2008 às 13:17

Esta é uma excelente notícia para early adopters de microformats e RDF. E mais uma vez vinda do Yahoo!, que recentemente tem passado por um longo período de vendo ou não vendo, compro ou não compro, tendo Microsoft e AOL envolvidos na história. Eu não sei dizer se todas as atividades do Yahoo! neste período são reflexos ou mesmo afetadas por estes tempos de incertezas, de qualquer modo, no final de fevereiro passado o Yahoo! anunciou uma abordagem mais "aberta" em relação ao seu buscador e na semana passada anunciou suporte a algumas features da tão sonhada web semântica.

Como isso funciona?

Para os não inciados em web semântica, com o passar do tempo os mecanismos de buscas serão mais inteligentes ao terem o poder de relacionar informações uma com as outras para tornar sua vida mais fácil ao procurar por pizzarias ou livrarias por exemplo. Um mecanismos de busca a base de web semântica – com conteúdo igualmente preparado para isso é claro – poderia dizer a você quais os serviços de delivery mais perto da sua casa e que fazem entregas de madrugada. Você precisaria apenas dizer onde você está agora.

O que será suportado?

Nas próximas semanas será fornecido mais detalhes sobre tudo o que será suportado, de qualquer modo, a lista inclui várias especificações microformats, incluindo hCard, hCalendar, hReview, hAtom, and XFN além de Dublin Core, Creative Commons, FOAF, GeoRSS, MediaRSS, RDFa e eRDF.

Duas frentes de incentivo

O mais curioso é que o incentivo do Yahoo! tem duas frentes de batalha. A primeira e mais óbvia é o estímulo dado a todos aqueles desenvolvedores que são ativos nas comunidades de microformats, Dublin Core, Creative Commons, GeoRSS, FOAF, RDF e mais um monte de siglas já citadas acima. As pessoas por trás desta gama de padrões deve estar pulando de alegria ao ver uma empresa do tamanho do Yahoo! divulgando suporte a estes formatos.

A segunda frente de batalha é dizer que sites que suportam estes formatos terão um aumento de relevância nos resultados do mecanismo de busca. Daí teremos a segunda grande corrida do SEO. Se mais mecanismos de buscas derem suporte – e relevância – a formatos que tem o objetivo de fornecer meta informação para os conteúdos publicados na web, daí sim poderemos dizer que estaremos na porta da grande serra pelada do SEO, a segunda grande corrida armamentista mundial para se dar bem nos mecanismos de busca. E segundo o famoso Read Write Web o Google vai seguir estes padrões muito em breve

Um ecossistema de busca para desenvolvedores

Outro grande incentivo é que a plataforma de buscas do Yahoo! será aberta para qualquer desenvolvedor que quiserem se aventurar. O lançamento oficial dos componentes da plataforma de buscas aberta será lançado em uma festa no campus de Sunnyvale nas próximas semanas. Lá será divulgado um aplicativo beta onde os programadores poderão criar aperfeiçoamentos aos resultados de busca do Yahoo através de uma API!

Achou que foi muita coisa para um texto apenas? Os preguiçosos não vão ler nem a metade mesmo, e aqueles que realmente se interessem vão me agradecer por ter escrito tudo de uma vez!

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Tags: Microformats SEO Semântica Web Web Standards Yahoo metadata semântica web



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Sobre o Revolução Etc

Foto do autor Henrique Costa Pereira O Revolução Etc é o site pessoal do Henrique C. Pereira que trabalha com design de interfaces, planejamento, arquitetura da informação e desenvolvimento para web. Ele escreve aqui sobre várias coisas relacionadas com acessibilidade, web standards, tecnologia, desenvolvimento e o que mais der na telha, além de eventualmente escrever alguma coisa ou outra para o Webinsider. Leia mais.

Livros que vão colocar minhocas na sua cabeça:

  • SEO Otimização de Sites - Paulo Teixeira
  • Não me faça pensar! - Steve Krug
  • Google Adwords a Arte da Guerra - Ricardo Vaz Monteiro
  • Design para Internet: Projetando a Experiência Perfeita - Felipe Memoria
  • Sopro no Corpo: Vive-se de Sonhos - Marco Antônio de Queiroz (MAQ)
  • 250 Segredos para Web Designers - MOLLY E. HOLZSCHLAG
  • O design do dia a dia - DONALD A. NORMAN
  • Ser e o Nada - Jean-Paul Sartre
  • Apocalípticos e Integrados - Umberto Eco
  • Ergodesign e Arquitetura de Informação - LUIZ AGNER
  • The Art and Science of Web Design - Jeffrey Veen
  • Ansiedade de Informação 2 - RICHARD SAUL WURMAN
  • Criando Páginas Web com CSS - ANDY BUDD, CAMERON MOLL, SIMON COLLISON
  • Mobile Web Design - Cameron Moll
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Alguns sites interessantes e blogs de amigos que eu leio com frequência. Em ordem alfabética.

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Sites dos colegas de trabalho na Webroom.

Já trabalharam comigo:

Som que faz a minha cabeça!

Procurando inspiração? Esta é uma breve lista do que eu ouço!

  • Diana Krall - The Very Best Of
  • U2 - How to dismantle an atomic bom
  • U2 - 18 singles
  • The Essential - Bob Dylan
  • Bob Dylan - Modern Times
  • Miles Davis - Cool & Collected
  • Miles Davis - Prestige Profiles Vol 1
  • Pink Floyd - The Division Bell
  • Pink Floyd - The wall
  • Pink Floyd - Delicate Sound Of Thunder
  • John Coltrane - The Best of John Coltrane
  • The beatles - The Beatles 1